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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Rio de Janeiro, a guerra chegou às ruas.


Esta guerra entre gangs de criminosos traficantes de droga que assola o Rio de Janeiro, onde presos em penitenciárias muito longe do Rio, dão ordens aos seus "paus mandados" para se confrontarem pelo controlo do tráfico com os seus rivais em especial na favela "Morro do Macaco" as são ordens para atirar a matar à polícia que não consegue estancar este surto de violência, onde inclusivé um helicópetro da polícia foi abatido, sabe-se agora por um anti-aérea, tendo os serviços secretos da polícia sabido que estes delinquentes possuem mísseis. Pergunto por muito esforço que faça o governo brasileiro para parar estas batalhas campais entre criminosos e a polícia, penso que será de repensar se os Jogos Olímpicos que decorreram precisamente no Rio, terão de ser num ambiente que se quer de sossegado e de paz, para que haja resultados desportivos de relevo.
O COI terá que repensar todo isto , sob pena de haver mortes nas comítivas mais desprevenidas, onde a taxa de assaltos na rua é altissímo, incluvisé se houver resistência dos assaltados . Perguntas que cabe também ao COP responder, porque está em risco a segurança da Selecção Nacional Portuguesa.

terça-feira, 31 de março de 2009

Manisfestação das forças de segurança.




Forças de segurança manifestam-se hoje em Lisboa
Militares da GNR manifestam-se hoje em Lisboa contra "a degradação" das condições de serviço e o "não cumprimento" de promessas do Governo, como negociação do estatuto profissional, num protesto liderado pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG).
Além da APG, a manifestação, que começa nos Restauradores e termina na Assembleia da República, conta também com a presença de guardas florestais do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR, Associação Nacional dos Sargentos da Guarda e Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), neste último caso em "solidariedade" com os militares da GNR.
O protesto foi convocado inicialmente pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança, que tinha previsto a presença de todas as suas estruturas - Associação dos Profissionais da Guarda, Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF, Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima e Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.
No entanto, apenas as duas primeiras organizações decidiram avançar com uma participação efectiva, depois de as restantes terem já iniciado negociações dos estatutos profissionais com as respectivas tutelas.
"Os únicos que ainda não receberam o projecto do estatuto profissional foi a APG", disse à Agência Lusa o presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, José Manageiro.
Atraso "incompreensível" na revogação do estatuto profissional, falta de um horário de trabalho de referência, promoções em atraso e perda de direitos na saúde são os principais motivos alegados pela APG para participar na manifestação.
José Manageiro disse ainda que "o horário de escravatura da GNR" vai impedir muitos militares de participarem no protesto, que pretende ser "o espelho do descontentamento" da Guarda Nacional Republicana.
A APG é a associação mais representativa da GNR, com 16 mil associados, num universo de cerca de 25 mil guardas.
Lusa
São mal pagos, não têm horário de trabalho, têm material antiquado, muito deles em principal a PSP nem coletes á prova de bala para cada um dos guardas, quando é preciso, é preciso pedir ao colega quem tenha, as telecomunicações não há coordenação entre as diversas forças de segurança, assim é dificíl combater a crimanalidade que muitas das vezes tem mais e melhores meios.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Operação de Segurança a nível nacional.


Arrancou às 7h00, em todo o território continental, uma operação a que a PSP chama de prevenção da criminalidade.


Envolvidos estão os comandos dos 18 distritos, mas também efectivos da Unidade Especial de Polícia, que agrupa entre outros o Corpo de Intervenção e o GOE.No planeamento da operação, está prevista a fiscalização do trânsito, o reforço de meios nos transportes públicos e nos principais interfaces urbanos, operações nas entradas e saídas de alguns bairros problemáticos e acções nos espaços de diversão nocturna.Até ao momento, estão já contabilizadas 52 detenções, e mais de 200 identificações, para além de algumas apreensões de droga, de três armas ilegais e de veículos.Contactada pela Renascença, a Direcção Nacional da PSP garante que esta operação nacional nada tem a ver com o Relatório Anual de Segurança de 2008 que, recorde-se, tem os piores índices de criminalidade da última década.A Polícia diz que esta operação estava planeada há muito tempo, e que se trata apenas de uma coincidência temporal.
RR
Até que enfim...

terça-feira, 17 de março de 2009

O Estado não cuida da nossa segurança.

Há mais seguranças privados em Portugal do que agentes de forças policiais

Em Portugal existem mais seguranças privados do que agentes de forças policiais. O Relatório Anual de Segurança Privada de 2008, da responsabilidade do Ministério da Administração Interna (MAI), refere que são mais de 61 mil as pessoas habilitadas a desempenhar a função, embora só cerca de 39 mil a tenham exercido no ano passado, ao passo que o somatório de efectivos da PSP e GNR ronda os 48 milhares.O relatório do sector diz que o mesmo movimentou no último ano cerca de 650 milhões de euros (verba equivalente, por exemplo, ao orçamento disponibilizado para a PSP). A segurança privada, que o MAI afirma estar a ganhar terreno desde 2001, tem vindo a modernizar-se, sobretudo através da utilização de tecnologias avançadas, como sejam os sistemas de alarme e detecção ou a vigilância electrónica e controlo de acessos. Mas, para além de vigiarem instalações e bens, os seguranças privados têm hoje um mercado ainda emergente: a protecção de pessoas, tarefa para as quais são cada vez mais requisitados. O crescimento das empresas de segurança privada ficou também a dever-se, de acordo com o MAI, ao acordo firmado para que estas empresas pudessem vigiar um milhar de postos de abastecimento de combustíveis em todo o país. Este acordo, que o MAI afirma estar a funcionar na plenitude, mas que muitas empresas ligadas ao sector petrolífero afirmam não estar a ser cumprido, compreende a partilha de informação entre a segurança privada e os postos policiais.O funcionamento das 105 empresas prestadoras de segurança privada portuguesas não é, porém, totalmente satisfatório. Em 2008, estas instituições foram alvo de mais de 1600 autos de notícia instaurados pelas entidades que as supervisionam (PSP e GNR), e 275 destes foram infracções classificadas como crimes. O exercício da actividade sem possuir alvará (59 casos) ou sem possuir cartão profissional (176 ocorrências) foram os crimes mais comuns.Para o MAI, para além do exercício ilegal da actividade, causou ainda apreensão o facto de terem sido detectados diversos agentes a intervirem em áreas para as quais nem sequer existe ainda regulamentação.A concorrência desleal praticada por empresas privadas que não cumprem as respectivas obrigações fiscais relativas à Segurança Social e aos direitos laborais, bem como diversos casos em que foram denunciadas situações de violência física exercida por "seguranças" foram outras das irregularidades detectadas no sector. Este tipo de delitos, de acordo com o relatório, poderá ser uma consequência directa de um outro delito que tem vindo a ser referenciado: formação profissional ilegal.Face a diversas irregularidades verificadas, foram organizados, no ano passado, 22 processos para suspensão ou cancelamento de alvarás e licenças, dos quais 13 foram concluídos.O exercício da segurança privada é gerador de receitas. Os números de 2008 referem a aplicação de coimas num montante superior a 1,3 milhões de euros. Deste valor apenas 222 mil euros foram pagos voluntariamente e pouco mais de 23 mil por determinação dos tribunais, que ainda têm mais 600 mil euros para executar e absolveram pagamentos no valor de 11.500 euros.
Público
A legislação existente para este sector de actividade, exige-se mais e nelhor controle, pois já ficou provado que são muito permiáveis à criminalidade violenta.