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sexta-feira, 16 de abril de 2010

sábado, 12 de setembro de 2009

Foi confrangedor ver esta senhora, sem ideias, mais do mesmo, pelo visto.


Esta senhora desculpem, meteu-me pena, sem ideias, muito à defesa, e quando confrontada com aquilo que fez no passado, mentiu, toda a gente viu a sua assinatura em medidas que afrontaram o povo povo português, incluvisé querer "rasgar" um acordo internacional que assinou em representação do Governo da República Portuguesa,com outro Governo, em que posição ficaria o nosso país, responsável pelo maior deficit orçamentel (6,8%) que Portugal já teve.
Sentime triste com esta figura patética de uma dirigente política que pretende retroceder no tempo, e promete ser a primeira ministra do meu país, cada vez me convenço mais que esta senhora, representa o passado, e não aquilo que os portugueses precisam, convencerem-se que temos um futuro, com mais educação e formação para enfrentar os desafios globais que já estão aí.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

PPD/PSD trocou-se todo.




Finalmente o PPD/PSD (eu gosto sempre de respeitar o "guro" oculto do PSD, como sabem PSL) acabou por revelar o seu cabeça de lista às Europeias : Paulo Rangel, com esta demora estava à espera de um grande barão ou mesmo a drª MFL a julgar pelos cartazes erpalhados pela cidade, saiu-nos um baronete, compreendo que foi o melhor que se pode arranjar lá pela sede da Lapa, só não precebi a primeira grande máxima do novo grande "líder" :"o PSD é uma força de ruptura" eu não precebi, eu diría que o PPD/PSD é um partido em ruptura, depois veio o grande óraculo do partido a Dr.ª MFL a referir com toda a pompa e circunstância que o partido é de grandes quadros, bom, se o é, e é o melhor que têm, que desilusão! Bom, tenho de dar razão ao acertivo prof.Marcelo.

sábado, 11 de abril de 2009

Quem deveria pagar a conta é quem provocou um conflito estúpido.



A três associações impedidas de entrar em águas nacionais
‘Barco do Aborto': Portugal paga indemnização.


O Governo não vai recorrer da sentença do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) que condenou Portugal a indemnizar as organizações pró-aborto impedidas de entrar em águas territoriais portuguesas em 2004.
O procurador-geral adjunto que representa o Estado português no TEDH, João Miguel, considera que não 'há fundamento para interpor recurso', após ter analisado a sentença.
Portugal vai, assim, pagar dois mil euros às três associações representadas no navio Borndiep, conhecido como o ‘Barco do Aborto'.
A decisão de impedir a entrada no navio em águas territoriais portuguesas foi tomada pelo então ministro da Defesa, Paulo Portas, que enviou um barco da Marinha para impedir o avanço do Borndiep.
CM

Hoje não era para escrever sobre política, mas ela anda por aí e entranha-se em nós.

Vem ao caso mais este desvario de Paulo Portas, enquanto ministro da defesa de Portugual, ter enviado um barco de guerra para impedir que três simples barcos onde se praticava o aborto em águas internacionais, óra o Paulinho por uma questão de convição pessoal impediu esses barcos de entrar em águas nacionais com uma autêntica armada pronta para guerra.Uma coisa são as nossas convições pessoais e por elas lutamos em democracia, outra é usar meios do Estado Português para impor a outros as nossas convicções pessoais. Agora o Tribunal dos Direitos Humanos condena Portugal a pagar uma multa de 2.000 Euros a cada uma das três embarcações, na minha opinião era Paulo Portas quem as deveria pagar; primeiro: porque usou e abusou de meios do Estado Português para impor uma vontade pessoal; saberia que mais tarde ou mais cedo o povo Português seria consultado, como foi através de referendo, isso sim um meio democrático de fazer as coisas, mas Paulo Portas tem que dar nas vistas, para que o seu partido não volte a ser o partido "do táxi" ele é tanto no mar como em qualquer feira, por estas e por outras, é que a política não é credivel à luz da população.

E não esqueço do caso das fotocópias secretas e retiradas do Ministério da Defesa enquanto Paulo Portas era ministro, e outros casos abafados envolvendo este senhor. A justiça decidamente não chega a todos.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Se isto não é corrupção, o que será ?


António Preto, principal colaborador de Manuela Ferreira Leite

Quando a actual presidente do PSD liderava a distrital do partido em Lisboa, pagou as despesas da sua campanha eleitoral para a chefia do PSD alfacinha, em 2002, com os 39 956 euros que recebeu, em notas e moedas acondicionadas em malas, de Virgílio Sobral Sousa e de Jorge Silvério – sócios da Serbro, Construções imobiliárias, empresa da Amadora.
O ex-deputado justificou essa verba como um gesto 'de boa vontade de um dos seus clientes, a Serbro, que emprestou dinheiro' para a sua campanha eleitoral. Ao todo, entre 26 de Abril e 31 de Dezembro de 2002, Preto 'recebeu' daqueles dois empresários 162 816 euros, grande parte por alegada prestação de serviços como advogado.
O despacho de encerramento do processo do DCIAP, a que o CM teve acesso, é peremptório: 'Tais quantias [39 956 euros], em numerário, entregues ao arguido António Preto pelos arguidos Virgílio Sobral Sousa e Jorge Silvério destinaram-se ao pagamento de encargos que o primeiro arguido teve com a sua campanha eleitoral, como candidato à presidência da Comissão Distrital de Lisboa do PSD, incluindo o pagamento, por si, de um número indeterminado de quotas de militantes do PSD que se encontravam em dívida.' No âmbito deste caso, Preto, Sobral Sousa e Silvério são arguidos e estão acusados de fraude fiscal qualificada. E aguardam o julgamento.
Preto precisou mesmo o método utilizado: 'O pagamento em dinheiro foi o meio expedito, como é aliás costume em campanhas desta natureza, para fazer face à urgência das despesas e, diga-se em abono de verdade, para que em casa não fosse possível, através dos extractos bancários, saberem as despesas que suportei com a campanha.' E disse à PJ que o empréstimo de 39 956 euros estava titulado por 'uma confissão de dívida.'
Só que, segundo o processo, Preto redigiu a 'confissão de dívida' em data 'posterior a 6 de Fevereiro de 2003, quase um ano após a campanha eleitoral, e depois de ter consultado um inquérito sobre suspeitas de corrupção na atribuição de cartas de condução no Centro de Exames da Tábua, gerido pela Fercontrol. Virgílio Sobral Sousa e o filho, Sérgio Sobral Sousa, eram sócios desta empresa e tinham como advogado António Preto. A 30 de Abril de 2003, 'com o propósito de dar credibilidade à sua ‘confissão de dívida’ e demonstrar que a pagou', Preto emitiu um cheque de 27 434 euros, que foi depositado na conta da Serbro no BCP.
Os investigadores não obtiveram provas de corrupção, mas apuraram que os recibos emitidos por Preto 'serviram apenas para justificar como custos' a saída de dinheiro da Serbro para si próprio a título de honorários prestados à empresa.

Cm
Se isto não é corrupção o que será?A justiça em Portugal tem duas caras e muitos personagens enfeudados aos partidos políticos de direita e, quando se tenta reformular a justiça para melhora-la para justiça aos cidadãos que tem que servir, mostra logo os dentes do corporativismo da pior maneira que existe, com revanches por parte de alguns dos seus membros com libertação selectiva de informações reservadas de alguns processos mais mediáticos.

Já existe projecto para o novo aeroporto.




Novo Aeroporto de Lisboa: Faltam sete meses para Começar as obras.
Foi apresentado esta terça-feira o Plano Director de Referência do novo Aeroporto Internacional de Lisboa. Um plano que no seu conjunto tem todas as características para avançar com uma obra desta envergadura. A NAER já avaliou quase todas as condições para construir a obra. Falta talvez o mais importante: o estudo de impacto ambiental que estará concluído dentro de sete meses.



Foi apresentado o projecto do novo aeroporto, que terá sem dúvidas várias valências como por exemplo : ser uma plataforma entre a europa e áfrica, descongestionar o actual aeroporto da Portela, enquanto estiver ao serviço, daqui a uns anos quando estiver no poder o PSD vai dizer que foi uma obra útil ao país, é o costume.

domingo, 5 de abril de 2009

Eu não diría melhor.

JERÓNIMO DE SOUSA SOLIDÁRIO COM OS CAMARADAS TALIBANS

«O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, criticou o reforço do contingente militar português no Afeganistão, considerando que contraria a Constituição e que Portugal só devia participar em missões de paz e cooperação.
O primeiro-ministro José Sócrates anunciou sexta-feira aos restantes líderes da NATO, reunidos numa cimeira em Estrasburgo (França), a intenção de Portugal de reforçar a sua presença militar no Afeganistão, "acompanhando o esforço" dos seus aliados.» [
Jornal de Notícias]
Parecer:
Compreende-se, no Avante os sacanas do Afeganistão são tratados como "resistentes". O PCP ainda vive no tempo da Guerra Fria e todos os que disparam contra americanos são progressistas.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Jerónimo de Sousa se vai convidar os camaradas talibans para a próxima festa do Avante ou se não o faz só por falta de coragem política.»



Cortesia do blog "o Jumento"

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O óraculo falou, logo disse asneira.


Manuela Ferreira Leite diz que "Sócrates está a ultrapassar os limites da seriedade na política"
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, afirmou ontem à noite que o primeiro-ministro, José Sócrates, "está a ultrapassar os limites daquilo que é a seriedade na política e a luta política".A afirmação de Ferreira Leite foi feita em resposta aos jornalistas, que a questionaram sobre a intervenção do primeiro-ministro nas jornadas parlamentares do PS, em que atribuiu ao PSD uma posição favorável à privatização da Segurança Social. "O engenheiro Sócrates sabe que está a faltar à verdade. Nunca o PSD fez semelhante proposta. O engenheiro Sócrates sabe que isso não é verdade", reagiu a presidente do PSD, no final de mais uma sessão do "Fórum Portugal de Verdade", que se realizou num hotel de Lisboa. A presidente do PSD adiantou que o seu partido "nunca defendeu nem defenderá porque não tem sentido sequer essa ideia" de privatizar a Segurança Social. "Há limites para a política. O engenheiro Sócrates está a ultrapassar os limites daquilo que é a seriedade na política e a luta política", afirmou. Segundo Manuela Ferreira Leite, "garantir algo que não é verdade é coisa que de resto não é nova" por parte do primeiro-ministro "porque se há coisa que o engenheiro Sócrates saiba fazer com toda a frequência é exactamente dizer coisas que não correspondem àquilo que é a verdade". Manuela Ferreira Leite insistiu que não existe "nenhuma situação em que o PSD algum dia tenha defendido" a privatização da Segurança Social. Na terça-feira, durante a intervenção com que encerrou as jornadas parlamentares do PS, em Guimarães, o primeiro-ministro e secretário-geral socialista pediu que se pensasse "no que teria acontecido se Portugal tivesse seguido a proposta do PSD de privatizar parcialmente a segurança social, colocando-se de forma obrigatória as contribuições dos portugueses na bolsa de valores de Lisboa". "Não nos esqueçamos de que esta proposta de privatização da Segurança Social é a última do PSD e está na Assembleia da República", prosseguiu José Sócrates, assinalando que nenhum dirigente social-democrata comunicou que o partido "já não se revia nessa proposta". O primeiro-ministro alegou que "o que temos em cima da mesa é uma proposta do PSD para privatizar de forma obrigatória uma percentagem das contribuições dos portugueses", que "tem de ser colocada em fundos que jogarão na especulação bolsista" e considerou que "isto é demasiado sério e grave para que se possa esconder".

lusa
A drª.Manuela Ferreira Leite mais uma vez abriu a boca para dizer asneira, não acerta uma. Ela é o exemplo acabado da "seriedade política" só quem não tem memória, e aí se não for sério políticamente pode ir nesta maneira de estar na política, assim se crediabliza as ideias do PSD.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Reabilitação



Segurança Social: Líder doPS critica proposta do PSD
Sócrates contra privatização


O líder socialista, José Sócrates, considerou ontem 'demasiado séria e grave' a proposta do PSD para privatizar parcialmente a Segurança Social, e lembrou que se estivesse em vigor, parte das contribuições dos portugueses estariam perdidas ou desvalorizadas na Bolsa.
'O que temos em cima da mesa é uma proposta do PSD para privatizar de forma obrigatória uma percentagem das contribuições dos portugueses. Essa parte das contribuições, para o PSD, em vez de ficar no sistema público, tem de ser colocada em fundos que jogarão na especulação bolsista. Isto é demasiado sério e grave para que se possa esconder', afirmou Sócrates, no encerramento das jornadas do PS, em Guimarães.
Em reacção, o deputado do PSD Hugo Velosa acusou Sócrates de fazer 'política no condicional'. E garantiu: o PSD 'não renega, nem fica triste ou preocupado com a proposta que apresentou [...] está por provar que numa situação de crise o sistema público seja o melhor'.



CM
Esta ideia só podia vir da cabeça do óraculo do PSD

terça-feira, 31 de março de 2009

Ainda vão dizer que foi o PM que ordenou o roubo?

Assaltado escritório da advogada de Zeferino Boal

O escritório da advogada de Zeferino Boal, alegado autor da carta anónima que desencadeou o caso Freeport, foi esta madrugada assaltado, tendo sido roubado o computador portátil com documentos do processo, disse à Lusa Ana Santinho.
Porém, a advogada não atribui, por agora, "qualquer ligação ao caso Freeport", estando o caso a ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Albufeira.
"Há muito assaltos em Albufeira e, aparentemente, este não tem ligação ao Freeport. As pastas do processo estão intactas, mas levaram o computador portátil com documentação", adiantou Ana Santinho à Lusa.
Segundo a causídica, e reportando-se ao depoimento de uma testemunha, o assalto ocorreu cerca das quatro da manhã, tendo os assaltantes "arrombado o portão do armazém onde funciona o escritório de advocacia e de uma empresa de construção civil".
"Foi roubado o meu computador portátil, dois mil euros em dinheiro e três armas de fogo que estavam num cofre e pertenciam a um funcionário meu", relatou a advogada.
Em relação aos documentos do caso Freeport, a advogada adiantou que "aparentemente as pastas estão intactas", mas a GNR está a tirar impressões digitais.
Zeferino Boal apresentou no dia 05 deste mês no Tribunal de Setúbal um pedido para ser constituído assistente no processo Freeport.
Ex-militante do CDS/PP questionou o processo de licenciamento para a construção do centro comercial, enquanto membro eleito em 2001 para a Assembleia Municipal de Alcochete.
O ex-autarca chegou a ser constituído arguido em 2005, num processo de violação de segredo de Justiça, também relacionado com o Freeport, tendo, no seu caso, "sido arquivado sem qualquer acusação de violação", explicou recentemente o próprio à Lusa.
Lusa

Não valia a pena fazer greves "preventivas" por parte da CGTP (PCP)

Câmara de Lisboa lança campanha de limpeza da cidade e contrata mais 120 cantoneiros

A contratação de 120 novos cantoneiros e a divulgação de anúncios de sensibilização para a limpeza da cidade são duas facetas de uma campanha ambiental de oito milhões de euros que a Câmara Municipal de Lisboa apresenta hoje."Há onze anos que não se fazia uma campanha de sensibilização sobre esta matéria em Lisboa e tenho esperança nos resultados", disse o vereador com o pelouro do Ambiente, José Sá Fernandes, a propósito da campanha "Lisboa Limpa", que vai passar nos principais canais de TV e Rádio, imprensa escrita e na rede Multibanco. Em paralelo, vão decorrer acções de sensibilização em cerca de 200 escolas, dirigidas a mais de 50 mil alunos, docentes e auxiliares de acção educativa. "As pessoas têm de se habituar a não deitar as beatas para o chão, a não grafitar as paredes e a participar na recolha selectiva do lixo", disse o vereador, reconhecendo que "muitos cidadãos continuam a fazer dos ecopontos autênticas lixeiras, pois deixam os sacos de lixo orgânico ao lado dos contentores, talvez apenas por preguiça". A campanha insere-se no Plano de Intervenção de Limpeza Urbana e prevê "a contratação de 120 novos cantoneiros e a aquisição de 80 novos veículos (carros de recolha, lavadoras, varredoras, viaturas de apoio à limpeza, viaturas de tracção eléctrica, de remoção e de compressão, etc), alguns movidos a energias não poluentes e mais silenciosos", informa um comunicado do gabinete de Sá Fernandes. "Serão igualmente adquiridos 40 sopradores, dez aspiradores, além de mil papeleiras com cinzeiros e 14 mil contentores", esclarece o documento. O Plano apresentado pelo vereador contempla ainda "o alargamento das áreas de excelência na zona histórica da cidade e a expansão da recolha selectiva porta-a-porta a dez novas áreas de intervenção". De acordo com o vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML), alguns dos locais mais problemáticos são "a Mouraria, onde as operações de limpeza começaram a semana passada, o Bairro Alto e a Baixa lisboeta". O Centro Comercial do Martim Moniz é outro ponto crítico, "sobretudo pela acumulação de caixas vazias" provenientes das lojas. O início oficial da campanha está marcado para hoje, às 22h00, na Garagem Municipal Olivais III, e terá a presença do presidente da autarquia, António Costa, e de Sá Fernandes. Também irão comparecer na sessão cantoneiros da CML, alguns deles participantes no anúncio televisivo, que será apresentado na mesma ocasião. Diariamente, 1800 funcionários dos serviços de limpeza da CML recolhem 900 mil quilos de lixo, colocados em 17 mil contentores e 1500 ecopontos.


Lusa



As greves "preventivas" da CGTP/PCP não valia a pena, foi um esforço de inglório, a greve é uma arma que os trabalhadores em última instância e, não como primeira escolha, e depois a "luta de massa" muita querida ao PCP numa estratégia de oposição pela sua "testa de ferro" a CGTP. Agora espera-se a "declaração de vitória".

sábado, 28 de março de 2009

A tramóia do Freeport.

Sócrates é «corrupto», diz Smith em DVD

«É corrupto». É desta forma que Charles Smith fala de José Sócrates no DVD que é fundamental para a investigação do processo Freeport em Inglaterra. A TVI revelou, no Jornal Nacional desta sexta-feira, o som de uma conversa de 20 minutos em que é mencionado o nome do primeiro-ministro.
A reunião juntou três pessoas: Charles Smith, já arguido em Portugal, João Cabral, ex-funcionário da Smith e Pedro, e Alan Perkins, administrador do Freeport, que sem conhecimento dos outros intervenientes no encontro, fez a gravação.
Contactado pela TVI, João Cabral recusou fazer qualquer comentário sobre o conteúdo do DVD.
A conversa que incrimina Sócrates
Alan Perkins: O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção... Charles Smith: O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto. Alan Perkins: Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele? Charles Smith: Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende?Isto foi mesmo ser estúpido... Alan Perkins:Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo? Charles Smith: Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não...
Charles Smith: João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente? João Cabral: Certamente... Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que é em Janeiro.
Charles Smith: Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russel) reuniram-se com eles. Alan Perkins: Houve um acordo para pagar? Charles Smith: Para pagar uma contribuição para o partido deles.
Charles Smith: Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo... a um homem... Alan Perkins: Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro? Charles Smith: Passou pelas nossas contas Alan Perkins: Facturaram ao Freeport, ok? Charles Smith: Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui, desacelerámos, parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: «Nós não queremos pagar». Se ler esse contrato, diz aí que recebemos três tranches de 50, 50, 50... Gary disse: «Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa».
Tvi
A tramóia que envolve o PM no caso Freeport, a cabala lançada, e agora isto, a fuga de informação miserável. Nada me tira do espirito que é uma vingança vinda do mesmo sítio,ligado às declarações de ontem relativas ao bastonário da ordem dos advogados na revista da ordem, fica aqui provado a tramóia miserável urdida por alguém sem escrupulos, onde vale todo, mas ninguem fala da correpção de outros políticos, fabuloso...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Entrada em vigor de (desa)acordo ortográfico.

Aplicação das novas regras deverá começar na documentação oficial do Estado
Acordo Ortográfico poderá ser implementado em Portugal e Cabo Verde a 5 de Maio


Portugal e Cabo Verde deverão iniciar a implementação do Acordo Ortográfico a 5 de Maio, embora a data seja ainda "meramente indicativa" e possa ser "alterada", disse hoje à Agência Lusa o ministro da Cultura cabo-verdiano.Manuel Veiga explicou que os dois países têm estado em negociações para que o Acordo Ortográfico seja implementado, na documentação oficial, ainda no primeiro semestre deste ano, como já tinha referido à Lusa o seu homólogo português, José António Pinto Ribeiro, durante a visita oficial que o primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, efectuou a Cabo Verde, de 12 a 14 deste mês. Manuel Veiga avançou que a decisão foi tomada conjuntamente com José António Pinto Ribeiro, tendo ficado decidido que os dois países agendariam a implementação para 5 de Maio, "data meramente indicativa", insistiu, por ser o Dia da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). "Nós, em Cabo Verde, estamos a preparar o diploma relativo à entrada em vigor do acordo, que deverá seguir em breve para o Conselho de Ministros para aprovação e, só depois, iniciaremos a implementação. Estamos ainda em negociações com Portugal. Mas só posso dizer que esta data é indicativa, ela pode ser alterada", explicou. A 12 deste mês, durante a estada em Cabo Verde, José António Pinto Ribeiro disse à Lusa acreditar que a entrada em vigor do Acordo Ortográfico nas instituições oficiais poderia ser uma realidade em Cabo Verde e em Portugal até ao final do primeiro semestre. "Não tenho dúvida nenhuma [que Cabo Verde vai oficializar o acordo]. Nesse domínio, temos um grande entendimento e acreditamos que, ainda no primeiro semestre deste ano, vamos pôr em vigor na documentação oficial tudo o que é o Acordo Ortográfico", referiu na altura o governante português.

Público


DECLARO PARA OS DEVIDOS EFEITOS, QUE NÃO CUMPRIREI O ACORDO ORTOGRÁFICO, POIS A LÍNGUA PORTUGUESA SÓ HÁ UMA, AQUELA QUE SE FALA EM PORTUGAL À SÉCULOS, E NÃO ME SUJEITO A ORDEM DE ESTADOS ESTRANGEIROS SUPOSTAMENTE " IRMÃOS" .

quarta-feira, 25 de março de 2009

Há aqui muito para explicar por parte do PSD/CDS






Empresário garante que compra de terrenos em Rio Frio não teve a ver com novo aeroporto de Lisboa

O empresário Fernando Fantasia assegurou que a compra de terrenos em Rio Frio por parte da SLN nada teve a ver com a construção do novo aeroporto de Lisboa. No Parlamento, este empresário explicou que a compra destes terrenos remonta a 2003, altura em que se pensava que o aeroporto seria na Ota.
O empresário Fernando Fantasia revelou, esta terça-feira, que o antigo presidente do BPN, Oliveira e Costa, lhe pediu uma opinião sobre um negócios de compra de terrenos em Rio Frio, mas rejeitou que este tenha alguma coisa a ver com a construção do novo aeroporto de Lisboa.
Perante a Comissão de Inquérito que está a analisar a nacionalização do BPN, este accionista da empresa que comprou que comprou estes terrenos que, mais tarde, em 2007, foram escolhidos para a construção do aeroporto de Lisboa, rejeitou «insinuações» relacionadas com este negócio.
«Demorou muitos meses até ter lá toda a documentação. Até ter todos os registos e certidões em ordem não queira saber», explicou o empresário numa referência a este negócio feito duas semanas antes antes do anúncio da escolha do novo aeroporto, em finais de 2007.
A negociação do empréstimo para a compra dos terrenos foi feita no BCP e que como garantia ficaram os próprios terrenos e que o negócio remonta a 2003, altura em que apenas se falava da instalação do novo aeroporto na Ota.
Aos deputados, o empresário explicou que ainda não viu «nada de muito positivo» relacionado com a mudança de planos do Governo em relação ao aeroporto e que esta decisão governamental fez parar os trabalhos que estavam em curso nos terrenos dada a suspensão do PDM.
Fernando Fantasia, que assegurou aos deputados nada ter a ver com o Banco Insular ou com off-shores, explicou ainda que fará com estes terrenos aquilo que o Plano de Ordenamento do Território deixar fazer.

tsf


Quem acredita que a aquesição a poucas semanas de eleições e despachado por um governante do CDS a retirar da reserva nacional esta herdade fosse para um hotel, este senhor não está a dizer a verdade completa.Tendo em conta a interferência de um governante confira-se acesso a informação preveligiada, e outras infracções, estes senhores têm que ter consciência de que não somos tolinhos.

domingo, 22 de março de 2009

Demagogia barata.


PSD: Governo não aproveitou recursos e solidariedade europeia por incompetência - líder social-democrata

A líder do PSD acusou hoje o Governo, durante um discurso na Cúria, de não ter sabido aproveitar os recursos e a solidariedade europeia "por incompetência".
Manuel Ferreira Leite referiu que essa incapacidade do Governo se revelou em todos os sectores, mas particularmente na agricultura.
"Milhares de agricultores, do Norte a Sul de Portugal, viram-se privados de recursos a que tinham direito", afirmou ao encerrar esta tarde, na Cúria, uma universidade de Verão da JSD sobre a Europa.
Na perspectiva da líder social-democrata, o Governo tem demonstrado "ausência de visão clara sobre o que é estratégico para Portugal".
Para Manuela Ferreira Leite, se o Governo falhou nos três anos e meio de governação, não seria agora, perante a crise, que iria ter a capacidade que não demonstrou antes.
Lusa
Para quem não quer gastos faraónicos, agora não aproveitámos as verbas da EU para a agricultura, os agricultores já receram a comparticipação do Estado para os gastos de gasóleo, e apoio às culturas para quem as solicitou, não há direito de fazer politiquices à custa de gente seria e trabalhadora . Já não há pachorra para ouvir o oráculo MFL.

sábado, 21 de março de 2009

Política miséria.

Recusar o nome e a pessoa do eminente prof.Jorge Miranda com a qualidade profissional e humana e isenção, é no minímo miserável, e politiquice da mais baixa, a que o PSD de MFL se presta, razão tinha o actual provedor de justiça, que jura que deveria ser uma figura do PSD a ocupar o lugar, esquece-se, que o prof.Jorge Miranda foi um dos fundadores do PSD, quando o PSD era um partido credivel.

Durão Barroso vai ser mais do mesmo.Ou seja nada!


Críticas: Soares diz que Europa “Não vai longe” com Barroso
Durão tem “estigma terrível”

O ex-presidente da República Mário Soares considera que a Europa “não vai longe” com o actual presidente da Comissão Europeia. “Durão Barroso tem um estigma terrível, foi ele que preparou e foi anfitrião da chamada ‘Cimeira da Vergonha’, que foi a Cimeira dos Açores de onde saiu a guerra do Iraque, que dividiu o Mundo. Se a Europa e o PPE o têm como expoente, não vão muito longe com certeza”, afirmou Mário Soares.
O antigo presidente da República comentava a liderança de Barroso à margem da apresentação da campanha ‘Tu na Europa’, que decorreu anteontem ao final do dia. Mário Soares, que ontem marcou presença no XI Congresso da UGT, deixou outro recado, desta vez ao Governo: 'Os sindicatos têm uma palavra a dizer.' Esta afirmação surge depois de Mário Soares já ter criticado a forma como José Sócrates lidou com a manifestação da CGTP.
O antigo chefe de Estado deixou ainda bem claro que é nos momentos de crise, como aquele que se atravessa, que o papel dos sindicatos ganha maior importância. 'É preciso conversar, é preciso ouvir e é preciso ter em conta a voz dos trabalhadores, dos desempregados, dos pobres.'
João Proença, secretário-geral da UGT, também referiu a falta de diálogo, dando inclusive exemplos concretos. 'Na Educação, mais do que o diálogo tem havido uma política do quero, posso e mando.'
A central sindical defendeu ainda que todos os jovens licenciados desempregados devem ter direito a um estágio de um ano remunerado, com descontos para a Segurança Social, de forma a poderem depois ter direito ao subsídio de desemprego.
CM

Para algumas pessoas em Portugal ainda têm memória, Dr. Barroso.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Mesquilhez







Partidos políticos contra anúncio da RTP que promove informação da Antena 1


Depois da indignação da CGTP, também os partidos políticos representados na Assembleia da República insurgiram-se, esta sexta-feira, contra um anúncio que passa na RTP promovendo a informação da rádio pública.
O PSD já pediu a demissão dos responsáveis da Antena 1 e os partidos à esqueda do PS pedem a retirada desse anúncio, admitindo chamar ao Parlamento a administração da RTP.
O anúncio faz alusão a uma manifestação de trabalhadores, explicando-se a um ouvinte que se encontra no carro que, pelos vistos, é uma manifestação contra quem quer chegar a horas.
O deputado do PSD, Luís Campos Ferreira, diz que os responsáveis da Antena 1 devem ser demitidos porque deram o aval a este spot publicitário.
Do lado do PCP, o deputado António Filipe manifesta também desagrado pelo spot publicitário em causa, pedindo aos responsáveis da RTP que seja imediatamente retirado do ar.
Já Fernando Rosas, do Bloco de Esquerda, manifesta-se a favor de uma medida governamental que impeça mensagens publicitárias que atentem contra o exercício de direitos constitucionais.
Por seu turno, Pedro Mota Soares, do CDS-PP, considera também que este anúncio põe em causa o direito à liberdade de expressão.
Em resposta às afirmações do PSD, o ministro Augusto Santos Silva, que tem a tutela da Comunicação Social, lembrou que não cabe ao Governo a escolha dos directores e dos conteúdos da rádio pública.

TSF

Não ouvi indgnação quando a JSD(PSD) mandou colocar um outdoor a injuriar o Primeiro-Ministro é a mesquilhez o vazio de ideias, que grassa na oposição, tanto à direita como à esquerda e o cavalgar na onda da maledicência e, do bota à baixo, e assistimos à vingança pela locutora Eduarda Maio ter feito um livro sobre o PM, a democracia assim vai muito mal em Portugal.

quinta-feira, 19 de março de 2009

A candidatura "pimba"


Tino de Rans é candidato independente em Valongo

Amanhã, sexta-feira, pelas 11h44 (momento do equinócio de Verão), Tino de Rans anunciará que vai ser candidato à Câmara nortenha.
Tornou-se popular no momento em que subiu ao palco de um congresso do PS e abraçou António Guterres, depois de um discurso empolgado. Desde aí, cavalgou uma onde de popularidade, em espectáculos e programas televisivos, e geriu a imagem do Tino de Rans.
Quando abraçou Guterres, Tino já era presidente da Junta de Rans, concelho de Penafiel. Esteve nesse cargo durante oito anos e um dia. E nunca, durante a sua fase de popularidade, Tino foi a votos.
Agora, Tino de Rans quer ser presidente da Câmara de Valongo e avança com uma candidatura - não na lista do seu partido (o PS), mas como independente. Não será o único nesta condição, já que Maria José Azevedo (que foi candidata do PS nas últimas eleições autárquicas) também avança como independente na tentativa de retirar o poder ao PSD e ao actual presidente, Fernando Melo.
O programa eleitoral de Tino de Rans ainda não é conhecido, mas ele promete revelações amanhã, sexta-feira, 20, pelas 11h44 horas - o momento do ano em que o dia tem a mesma exacta duração da noite. E o anúncio será feito na rua, o lugar privilegiado para a campanha de Tino de Rans, que agora anda a estudar Comunicação Social.

Expresso



quarta-feira, 18 de março de 2009


Francisco Comprido esteve na terça-feira, dia 17 de Março, na comissão parlamentar sobre o caso BPN, onde desmentiu afirmações que tinham sido feitas por Dias Loureiro. O antigo ministro tinha dito aos deputados que a empresa de Porto Rico Biometrics tinha sido vendida por um dólar, mas Comprido garantiu agora que o valor da venda do fundo foi igual ao valor da compra. O ex-presidente do fundo envolvido no negócio de Porto Rico disse ainda que não participou no negócio e que não sabe a quem foi vendida. Francisco Comprido, que foi também administrador do BPN, sublinhou que nada sabia sobre a propriedade do Banco Insular de Cabo Verde.

Reportagem de SANDRA AFONSO (RR).