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sábado, 10 de janeiro de 2009

Óra Aqui Está o "Briolzinho"





Frio
Oito distritos do Norte e interior Centro continuam com estradas cortadas
Oito distritos do Norte e do interior Centro do país continuam com estradas fechadas ou condicionadas pela queda de neve e formação de gelo.Os distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu eram, na manhã de hoje, os mais afectados da região Centro pela neve e gelo, disse à agência Lusa fonte Centros Distritais de Operações de Socorro.No distrito de Viseu, estão cortadas ao trânsito as Estradas Nacionais (EN) 2, entre Castro Daire e Lamego, a 321, entre Castro Daire e Cinfães, e a 226, entre Lamego e Tarouca (e condicionada entre Sernancelhe e Tarouca).Segundo o CDOS, estão ainda condicionadas a EN 22, entre Sernancelhe e Penedono, e parte da 225, entre Castro Daire e Vila Nova de Paiva. Por outro lado, cerca das 10h30 de hoje reabriu a EN 228, que liga Fornelo do Monte (Vouzela) à Auto-estrada 25, na zona de Tondela.Nos municípios de Resende, São Pedro do Sul, Sátão, Cinfães, Lamego e Tarouca existem várias estradas municipais encerradas ao trânsito, adiantou a mesma fonte.Acessos à serra da Estrela continuam fechadosOs acessos no maciço central da serra da Estrela estão também fechados, nos distritos de Castelo Branco e Guarda, mantendo-se apenas transitável parte da EN 339, entre Piornos e a Covilhã.Ainda no distrito de Castelo Branco, a EN 18, entre a rotunda das Donas e o cruzamento de Vale Prazeres, no concelho do Fundão, está igualmente cortada, o mesmo sucedendo com algumas estradas municipais, nomeadamente dentro da cidade da Covilhã.Nos distritos de Coimbra e Leiria não há registo de estradas cortadas ou condicionadas, nem problemas causados pelas baixas temperaturas que assolam o país há vários dias.De acordo com o “site” da Protecção Civil, em Braga continua cortada a comunicação entre Covide e Salamonde pela Estrada Nacional (EN) 304, entre Vilar Veiga e Portela Homem pela EN308-1, entre Tabuaças e Ruivães pela EN103; entre Chamoim e Covide pela EN307, entre Celorico da Beira e Mondim de Bastos pela EN213, e entre Cabeçeiras de Basto e Fafe pela EN311.Estão ainda cortados os acessos municipais em Ruivães e entre Chorense e Monte de Santa Isabel, povoação de Terras de Bouro que chegou a estar isolada às 8h00 de hoje.Ligações entre Vila Real e Chaves condicionadasEm Viana do Castelo verificava-se, cerca do meio-dia, queda de neve na maioria dos concelhos do distrito e estavam cortadas a EN306, entre Paredes de Coura e Ponte de Lima, e a EN301, de Infalde a Padrouso, além de seis estradas condicionadas.No distrito de Vila Real, está apenas cortada a estada Municipal (EM) 313, que liga Lamas de Olo e Mondim de Basto, mas continuam condicionadas as ligações entre Vila Real e Chaves, quer pela A24 como pela EN2, o IP4 de Vila Real a Amarante e de Vila Real a Murça, a A7 entre Vila Pouca e Ribeira de Pena, além de várias estradas nacionais e municipais nas zonas de Boticas, Alto de Fontão, Ribeira de Pena, Vila Pouca de Aguiar; Murça, Carrazeda Montenegro, Alijó e Mondim de Bastos.No Porto estão cortadas as ligações entre Amarante e Mesão Frio (EN101), Porto e Amarante (A4), Capelos e Amarante (IP4) e permanece condicionado o IC29 junto a Gondomar.No distrito de Aveiro, continuam cortados todos os acessos à Serra da Freita, a EN 227 entre Arões e Junqueira, e as municipais entre Arouca e Cabreiros e de Dornelas a Arestal.

Lusa




terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Segurança. Previsões de Pinto Monteiro são pessimistas

Em jeito de previsão às portas do novo ano, o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, vaticina: a criminalidade violenta pode aumentar em 2009. Em entrevista àTVI, o titular da investigação criminal alertou para o facto de o novo ano poder trazer um aumento da criminalidade violenta. As razões? a conjugação de dois factores: desemprego e exclusão social. Nesta mesma entrevista, o procurador--geral da República manifesta a sua preocupação face a um tipo de crime específico: o económico- como a corrupção, branqueamento de capitais, desvio de fundos, fraude fiscal ou peculato - aquele que considera o mais difícil de combater. Ainda assim, Pinto Monteiro mostra-se esperançado que o Ministério Público obtenha melhores resultados ao longo do próximo ano. No dia 19 deste mês, o PGR alertou, na Assembleia da República, para a falta de preparação do Ministério Público para lidar com esta criminalidade económica e financeira. Por outro lado, prometeu igualmente resolver rapidamente o caso BPN, porque, disse, não gosta de megaprocessos. Falando perante os elementos da Comissão Parlamentar do Orçamento e Finanças, Pinto Monteiro afirmou que o Ministério Público "não está preparado nem especializado para lidar com este crime", devido à complexidade deste tipo de criminalidade, ao mesmo tempo que apelou a uma maior articulação entre o Ministério Público e as entidades de supervisão, nomeadamente, Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal, para lidar com esta forma de crime. O PGR desafiou ainda os deputados a alterarem a lei, facilitando a colaboração entre o Ministério Público e os supervisores, e tornando-a mais estreita, de forma a que o sentimento de impunidade seja menor. Só nos primeiros seis meses de 2008, os dados relativos à criminalidade violenta - revelados no Relatório de Segurança Interna deste ano - apontam para um aumento de 10% face a igual período do ano anterior, sendo que é nos assaltos a bancos, carros e a postos de combustível que este aumento é mais notório. A criminalidade violenta e grave diminuiu 10,5% no ano passado relativamente a 2006, apesar de o carjacking ter subido 34%. Registou-se, assim, um decréscimo de 2587 crimes violentos e graves em 2007, quando comparado com 2006, enquanto o número de casos de carjaking (roubo violento de veículos na presença do condutor) subiu de 365 em 2006 para 488 no ano passado.

Dn

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A Industria Panificadora Está com Ideias Irracionais.


Segundo informações do jornal Diário Notícias de hoje o pão vai aumentar em 2009, cerca de 5% , será que a industria não tem consciência que este é o alimento principal e único de muita população será que não há conciência social, o aumento das matérias primas não tem justificação,e neste momento os cereais estão a preços que considero nomalizados, por isso é necessário que as autoridades fiscalizadoras tenham atenção a este aumento, aliás como já houve investigações, sob suspeita de cartelização e agora o que será ?

É Assim que Começam os Massacres nas Escolas.

Porto: Caso não foi participado à DREN
Escola vê ameaça como brincadeira

Silêncio e irritação. Os habitantes do bairro do Cerco, no Porto, ficaram bastante incomodados com a mediatização do episódio em que alunos do 11º ano do Agrupamento Vertical da Cerco ameaçaram uma professora de Psicologia com uma pistola de plástico. Numa zona socialmente problemática, a reacção acabou por não ser a melhor à presença de jornalistas. "A professora achou uma brincadeira e não fez queixa. Para que é que vêm vocês falar nisso agora?", questionou um dos habitantes do bairro.
O CM apurou que, entre os pais dos alunos da turma envolvida no episódio, que frequentam o curso de Desporto do Ensino Tecnológico, muitos temem que os filhos sejam penalizados. Tudo devido à divulgação, na internet, de um incidente que nem foi participado pela escola à Direcção Regional de Educação do Norte (DREN).
'Lamento seriamente que a Comunicação Social saiba do sucedido antes do Ministério', disse Margarida Moreira, directora da DREN, admitindo que o grupo de alunos tem um percurso marcado pelo insucesso escolar. A escola só agora abriu um inquérito e os alunos são ouvidos hoje. A situação data de 18 de Dezembro, mas apenas ontem veio a público: o vídeo mostra jovens, com idades a rondar os 18 anos, a empunhar um revólver de brincar enquanto fazem pedidos de melhoria de nota antes das férias. 'Então, dá-nos positiva ou não?', questiona um dos alunos. A professora começa por se rir da situação, mas depois ameaça toda a turma com faltas disciplinares.

É assim com estas "bricadeiras" que começam os massacres nas escolas, e é com laxismo com que os organismos do Estado tratam estes indícios de violência, depois lamentamos as consequências. É o nacional porreirismo tão caracteristico dos organismos oficiais e do português em geral.