http://sorisomail.com/email/7919/o-pimba-do-ano.html7919/o-pimba-do-ano.html
Parem de procurar mais, já foi encontrado o PIMBA DO ANO!!!Pontos fortes: a música, a roupa, a dança, o vídeo-clip, os últimos cordes desesperados, a VOZ, a letra da canção (deliciosa) e por fim,talvez o principal, a sensualidade...Socorro!!! Vou ali vomitar, já venho !
Meu uivo é o lamento da escuridão É o som da tristeza que corta a noite Mas não é só dor A razão do meu canto Esperança ainda guardo Pois se meu uivo alcança o céu É teu o nome que eu chamo.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
O temos a fazer ? (1)
A VIDA É...
uma oportunidade : aproveita-a para seres mais;
uma aventura: lança-te nela;
um repto : enfrenta-o com valentia;
uma promessa : acredita nela ;
um mistério : comtempla-o e descobre-o em cada dia;
um projecto : realiza-o ;
um hino : canta-o e contagia com o teu canto;
uma oferta : merece-a .
A vida é a vida : ama-a .
MADRE TERESA DE CALCUTÁ- TRADUÇÃO DE FR.AGOSTINHO DE LAGOS, OP
Hoje estou particularmente chateado, por isso, adeus ...deixo-vos estes pensamentos de uma mulher simples.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Vou fazer queixa ao Bloco de Esquerda.
A literatura está mais pobre.Morreu Rosa Lobato de Faria.

A actriz e escritora estava internada num hospital privado, há uma semana, devido a uma anemia grave. O estado de saúde de Rosa Lobato Faria tinha-se tornado frágil depois de uma infecção intestinal no Verão de 2009, que obrigou a uma intervenção cirúrgica de emergência.
Rosa Lobato de Faria nasceu em 1932. Tornou-se conhecida do público como actriz ao participar em séries televisivas dramáticas (Cobardias, A Mala de Cartão, Os Melhores Anos), de humor (Humor de Perdição, Nem o Pai Morre, Nem a Gente Almoça) e telenovelas (Vila Faia, Origens, Ninguém como Tu). Foi também argumentista de programas televisivos.
No cinema entrou em filmes de João Botelho (Tráfico e A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América) Lauro António (Paisagem Sem Barcos e O Vestido Cor de Fogo) e Artur Semedo (O Barão de Altamira), entre outros.
Como escritora, estreou-se tarde, em 1995, com O Pranto de Lúcifer. Recebeu o prémio Máxima de Literatura 2000 por O Prenúncio das Águas. No total publicou doze romances e o seu trabalho poético encontra-se reunido no volume Poemas Escolhidos e Dispersos, editado em 1997. Alguma da sua obra encontra-se traduzida e publicada em Espanha, França e Alemanha. Escreveu ainda diversos livros infantis.
Gravou, para a 101 Noites, o audiolivro O Gigante Egoísta e Outros Contos.
Foi ainda letrista de canções, com sucesso no Festival RTP das Canções - obteve quatro vezes o primeiro lugar, com Amor de Água Fresca, Chamar a Música, Baunilha e Chocolate e Antes do Adeus.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Um dia também seremos "velhos".

Acabei de ver na SIC uma reportagem sobre o que fazemos aos nossos "velhos". Uns por instinto criminoso votanto-nos ao abandono trancados em buracos esconsos mal alimentados e na maioria da vezes violentados, tratados como animais,muitas das vezes para ficar com uma pensão miserável, outros votam-nos ao abandono em "depósitos de carne humana" coisa que é cada vez mais frequente em Portugal, raros são os lares aonde os nossos mais antigos têm alguma qualidade de vida, quando muitas das vezes já pouco resta dela e, se fazem pagar bem . Aonde está o Estado na sua vertente social, bem sei, que não podemos esperar todo do Estado, cabe a nós assegurar que os mais velhos tenham um fim digno, porque não aqueles que podem, e possuem mais tempo, voluntariar-se para acompanhar-los e transmitir essas experiências às novas gerações. Para onde segue esta sociedade, que não perserva a sabedoria acumulada em anos e anos de vivência, estaremo-nos a tornarmo-nos cada vez mais, em "coisas" que mais se assemelham a peças de uns robots que descartam os mais fracos de nós.
Não, ao novo acordo ortográfico.
Comunicado do editor deste blog.
Este blog, pelo direito que a democracia e liberdade intectual que lhe deu o 25 de Abril de 1974, de desobediência de consciência e imperativos nacionais, não vai usar como fonte, orgãos de Comunicação Social Portugueses, que adiram ao novo Acordo Ortográfico, a língua portuguesa não se vende e, é só uma, não pode nunca ser eufeudada a interesses de países estrangeiros, mesmo que se digam "irmãos".
Etiquetas:
Não ao Acordo Ortográfico.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










