
Meu uivo é o lamento da escuridão É o som da tristeza que corta a noite Mas não é só dor A razão do meu canto Esperança ainda guardo Pois se meu uivo alcança o céu É teu o nome que eu chamo.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Não tenho nenhum primo táxista na Suiça.

O Tribunal de Sintra condenou Isaltino Morais a uma pena de prisão efectiva de 7 anos e à perda imediata do seu mandato. O autarca já anunciou que irá recorrer desta decisão do tribunal. Isaltino Morais foi considerado culpado por quatro dos sete crimes de que estava acusado:
Fraude fiscal, pelo qual foi condenado a indemnizar o Estado em 463 mil euros e à pena de dois anos de prisão;
- Abuso de poder, pelo qual foi condenado a uma pena de prisão de um ano e três meses;
- Corrupção activa, pelo qual foi condenado a três anos e sete meses de prisão;
- Branqueamento de capital, pelo qual foi condenado a uma pena de quatro anos de prisão.
“A população de Oeiras continua a acreditar na minha inocência”. Era esta a convicção de Isaltino Morais à saída do Tribunal Judicial de Sintra, concluindo que «não foi provada qualquer acusação». Para o Presidente da Câmara de Oeiras, o Tribunal «considerou a prova arbitrariamente».
O crime de corrupção diz respeito aos negócios com João Algarvio, o delito de abuso de poder está relacionado com os terrenos em Cabo Verde que lhe foram oferecidos e o terceiro crime, de fraude fiscal, tem que ver com o depósito de dinheiro em contas no estrangeiro.
Ficou provado que Isaltino Morais agiu de forma propositada ao depositar dinheiro nas contas dos colaboradores e em contas do banco UBS, tentando desta forma aparentar que o dinheiro não lhe pertencia. Ao abrir contas no estrangeiro, Isaltino Morais procurou apenas esconder ao fisco a existência dessas mesmas contas.
Tão pouco ficou provado que Isaltino Morais tenha assumido funções no Pelouro do Urbanismo da Câmara Municipal de Oeiras com o objectivo de obter benefícios próprios. Também não ficou provado que o autarca tenha optado por contratar familiares como colaboradores, no sentido de poder obter benefícios próprios.
Por outro lado, quanto à acusação de que Isaltino Morais teria dado a entender a empreiteiros, construtores e promotores imobiliários que o licenciamento dos respectivos projectos deveria acontecer apenas mediante a entrega de gratificações e outros benefícios financeiros, o Tribunal entendeu que não ficou provada.
No mesmo sentido, ficou por comprovar que o dinheiro fosse entregue em envelopes no gabinete de Isaltino Morais – quantias que seriam alegadamente depositadas em contas alheias pelos próprios colaboradores de Isaltino Morais.
O procurador do Ministério Público, durante as alegações finais, pediu ao Tribunal um mínimo de cinco anos prisão efectiva para o autarca bem como a inibição do exercício de cargos públicos durante o mesmo período de tempo.
Como toda a gente sabe, a justiça em Portugal é bastante rápida e, Isaltino de Morais foi condenado a 7 anos de prisão efectiva, agora vai recorrer, para outras instâncias, com um pouco de sorte (se houver) daqui a 20 anos teremos uma decisão final. Saúdo a juíza que o condenou exemplarmente e, faço uma sugestão : por amor de Deus, sr. Procurador Geral, condecore esta juíza e, ponha-a a julgar outros casos de corrupção, o país agradece e, o povo português também.
domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
Uma voz imortal.
Amanhã estarei em Fátima, sou crente e, praticante, por isso desde já a minha homenagem a N.Srª de Fátima , logo pela melhor voz lírica que conheço, uma voz imortal.
História da canetas - Lamy

Lamy - O Designer da Escrita
A história das famosas canetas Lamy, reconhecidas por seus modernos e inovadores designers, começou com Carl Josef Lamy, então representante da empresa de canetas Parker na Alemanha, quando este resolveu comprar a empresa Orthos, que fabricava canetas, em 1930 na cidade de Heidelberg para produzir canetas tinteiros. Depois da Segunda Guerra Mundial a empresa resolveu lançar uma linha de canetas de luxo sob a marca Artus, utilizando plástico sintético em sua fabricação. Porém, as primeiras canetas a conter a marca Lamy só seriam lançadas em 1952 com a introdução da linha de canetas tinteiros Lamy 27, compostas por modelos clássicos para concorrer com marcas como Montblanc e Pelikans. A tradição de criatividade e designer moderno da marca teve início de 1966 com o lançamento da inovadora Lamy 2000, desenvolvida em cooperação com o designer Gerd A. Muller. Esta caneta vem sendo produzida desde então com poucas modificações em relação ao modelo original. Nos anos 80 e 90, era comum estudantes e professores de design, usarem no bolso da camisa, uma Lamy, modelo safári (lançada em 1980), e até hoje um dos maiores sucessos da empresa. A fama da caneta Lamy é toda baseada no design procurando sempre acompanhar, renovando a cada dia, a tendência de acabamentos utilizando materiais modernos.-A marca no mundo
Com produção anual acima de 7 milhões de unidades, a empresa alemã fatura mais de US$ 54 milhões e tem na Europa seu maior mercado, fazendo enorme sucesso nos Estados Unidos e Japão.
A história das famosas canetas Lamy, reconhecidas por seus modernos e inovadores designers, começou com Carl Josef Lamy, então representante da empresa de canetas Parker na Alemanha, quando este resolveu comprar a empresa Orthos, que fabricava canetas, em 1930 na cidade de Heidelberg para produzir canetas tinteiros. Depois da Segunda Guerra Mundial a empresa resolveu lançar uma linha de canetas de luxo sob a marca Artus, utilizando plástico sintético em sua fabricação. Porém, as primeiras canetas a conter a marca Lamy só seriam lançadas em 1952 com a introdução da linha de canetas tinteiros Lamy 27, compostas por modelos clássicos para concorrer com marcas como Montblanc e Pelikans. A tradição de criatividade e designer moderno da marca teve início de 1966 com o lançamento da inovadora Lamy 2000, desenvolvida em cooperação com o designer Gerd A. Muller. Esta caneta vem sendo produzida desde então com poucas modificações em relação ao modelo original. Nos anos 80 e 90, era comum estudantes e professores de design, usarem no bolso da camisa, uma Lamy, modelo safári (lançada em 1980), e até hoje um dos maiores sucessos da empresa. A fama da caneta Lamy é toda baseada no design procurando sempre acompanhar, renovando a cada dia, a tendência de acabamentos utilizando materiais modernos.-A marca no mundo
Com produção anual acima de 7 milhões de unidades, a empresa alemã fatura mais de US$ 54 milhões e tem na Europa seu maior mercado, fazendo enorme sucesso nos Estados Unidos e Japão.
Será que é assim?
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