Gosto que a água do mar me banhe o meu corpo e a minha alma, pretenço ao mar, sou a espuma da vida.Meu uivo é o lamento da escuridão É o som da tristeza que corta a noite Mas não é só dor A razão do meu canto Esperança ainda guardo Pois se meu uivo alcança o céu É teu o nome que eu chamo.
terça-feira, 31 de março de 2009
Gulosos já podemos abusar...

Empresa espanhola lança chocolate que inibe apetite
A empresa Disnatural é especialista em cosméticos naturais, mas há dois anos que investiga a fórmula do chocolate com inibidor.
Para este produto, contou com a ajuda do chef francês Juan Lambert e da engenharia bioquímica. O resultado final tem a aprovação do Instituto Tecnológico Agroalimentar da Espanha.
Segundo o fabricante, a combinação bioquímica dos ingredientes incentiva a produção da fenilalanina, um aminoácido presente no cérebro que activa neurotransmissores como a colecistocinina (CKK).
A CKK, uma hormona gastrointestinal, estimula a secreção de enzimas e envia mensagens para o cérebro e aparelho digestivo como um aviso de que o corpo já está saciado, eliminando assim o apetite.
Armando Yañez, professor de química da Universidade de Alicante e um dos criadores do novo produto, disse à BBC que o chocolate saciante «é tão simples e saboroso como qualquer bombom, só que ajuda o organismo a saber a hora de parar.»
«Com ele não há gula», afirmou.
Segundo o professor, o ideal é comer o chocolate entre 45 minutos e uma hora antes das refeições para equilibrar as funções digestivas.
A empresa não tem mais produtos na linha de alimentos, mas investiga há 15 anos as propriedades da micro-alga espirulina.
«A nossa preocupação sempre foi a de só usar produtos naturais. Assim fomos procurando as substâncias da natureza e a sua resposta dentro do metabolismo», explicou Yañez.
«Nesta combinação entram os antioxidantes do chocolate; a semente da jojoba, de onde extraímos outra substância com propriedades digestivas e que também activa a inibição do apetite; e a espirulina, que estimula a fenilalanina».
O professor disse que o novo chocolate tem um sabor um pouco mais forte do que os tradicionais e uma cor esverdeada por causa da alga.
«Mas garanto que é saboroso. O sabor e o aroma habituais do chocolate estão comprovadíssimos.» Os bombons com inibidores de apetite entrarão no mercado espanhol na próxima Páscoa em três opções de sabores: chocolate de leite, chocolate amargo e chocolate praliné recheado com amêndoas.
Lusa
Ainda vão dizer que foi o PM que ordenou o roubo?
Assaltado escritório da advogada de Zeferino Boal
O escritório da advogada de Zeferino Boal, alegado autor da carta anónima que desencadeou o caso Freeport, foi esta madrugada assaltado, tendo sido roubado o computador portátil com documentos do processo, disse à Lusa Ana Santinho.
Porém, a advogada não atribui, por agora, "qualquer ligação ao caso Freeport", estando o caso a ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Albufeira.
"Há muito assaltos em Albufeira e, aparentemente, este não tem ligação ao Freeport. As pastas do processo estão intactas, mas levaram o computador portátil com documentação", adiantou Ana Santinho à Lusa.
Segundo a causídica, e reportando-se ao depoimento de uma testemunha, o assalto ocorreu cerca das quatro da manhã, tendo os assaltantes "arrombado o portão do armazém onde funciona o escritório de advocacia e de uma empresa de construção civil".
"Foi roubado o meu computador portátil, dois mil euros em dinheiro e três armas de fogo que estavam num cofre e pertenciam a um funcionário meu", relatou a advogada.
Em relação aos documentos do caso Freeport, a advogada adiantou que "aparentemente as pastas estão intactas", mas a GNR está a tirar impressões digitais.
Zeferino Boal apresentou no dia 05 deste mês no Tribunal de Setúbal um pedido para ser constituído assistente no processo Freeport.
Ex-militante do CDS/PP questionou o processo de licenciamento para a construção do centro comercial, enquanto membro eleito em 2001 para a Assembleia Municipal de Alcochete.
O ex-autarca chegou a ser constituído arguido em 2005, num processo de violação de segredo de Justiça, também relacionado com o Freeport, tendo, no seu caso, "sido arquivado sem qualquer acusação de violação", explicou recentemente o próprio à Lusa.
Lusa
O escritório da advogada de Zeferino Boal, alegado autor da carta anónima que desencadeou o caso Freeport, foi esta madrugada assaltado, tendo sido roubado o computador portátil com documentos do processo, disse à Lusa Ana Santinho.
Porém, a advogada não atribui, por agora, "qualquer ligação ao caso Freeport", estando o caso a ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Albufeira.
"Há muito assaltos em Albufeira e, aparentemente, este não tem ligação ao Freeport. As pastas do processo estão intactas, mas levaram o computador portátil com documentação", adiantou Ana Santinho à Lusa.
Segundo a causídica, e reportando-se ao depoimento de uma testemunha, o assalto ocorreu cerca das quatro da manhã, tendo os assaltantes "arrombado o portão do armazém onde funciona o escritório de advocacia e de uma empresa de construção civil".
"Foi roubado o meu computador portátil, dois mil euros em dinheiro e três armas de fogo que estavam num cofre e pertenciam a um funcionário meu", relatou a advogada.
Em relação aos documentos do caso Freeport, a advogada adiantou que "aparentemente as pastas estão intactas", mas a GNR está a tirar impressões digitais.
Zeferino Boal apresentou no dia 05 deste mês no Tribunal de Setúbal um pedido para ser constituído assistente no processo Freeport.
Ex-militante do CDS/PP questionou o processo de licenciamento para a construção do centro comercial, enquanto membro eleito em 2001 para a Assembleia Municipal de Alcochete.
O ex-autarca chegou a ser constituído arguido em 2005, num processo de violação de segredo de Justiça, também relacionado com o Freeport, tendo, no seu caso, "sido arquivado sem qualquer acusação de violação", explicou recentemente o próprio à Lusa.
Lusa
Manisfestação das forças de segurança.

Forças de segurança manifestam-se hoje em Lisboa
Militares da GNR manifestam-se hoje em Lisboa contra "a degradação" das condições de serviço e o "não cumprimento" de promessas do Governo, como negociação do estatuto profissional, num protesto liderado pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG).
Além da APG, a manifestação, que começa nos Restauradores e termina na Assembleia da República, conta também com a presença de guardas florestais do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR, Associação Nacional dos Sargentos da Guarda e Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), neste último caso em "solidariedade" com os militares da GNR.
O protesto foi convocado inicialmente pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança, que tinha previsto a presença de todas as suas estruturas - Associação dos Profissionais da Guarda, Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF, Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima e Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.
No entanto, apenas as duas primeiras organizações decidiram avançar com uma participação efectiva, depois de as restantes terem já iniciado negociações dos estatutos profissionais com as respectivas tutelas.
"Os únicos que ainda não receberam o projecto do estatuto profissional foi a APG", disse à Agência Lusa o presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, José Manageiro.
Atraso "incompreensível" na revogação do estatuto profissional, falta de um horário de trabalho de referência, promoções em atraso e perda de direitos na saúde são os principais motivos alegados pela APG para participar na manifestação.
José Manageiro disse ainda que "o horário de escravatura da GNR" vai impedir muitos militares de participarem no protesto, que pretende ser "o espelho do descontentamento" da Guarda Nacional Republicana.
A APG é a associação mais representativa da GNR, com 16 mil associados, num universo de cerca de 25 mil guardas.
Lusa
Militares da GNR manifestam-se hoje em Lisboa contra "a degradação" das condições de serviço e o "não cumprimento" de promessas do Governo, como negociação do estatuto profissional, num protesto liderado pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG).
Além da APG, a manifestação, que começa nos Restauradores e termina na Assembleia da República, conta também com a presença de guardas florestais do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR, Associação Nacional dos Sargentos da Guarda e Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), neste último caso em "solidariedade" com os militares da GNR.
O protesto foi convocado inicialmente pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança, que tinha previsto a presença de todas as suas estruturas - Associação dos Profissionais da Guarda, Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF, Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima e Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.
No entanto, apenas as duas primeiras organizações decidiram avançar com uma participação efectiva, depois de as restantes terem já iniciado negociações dos estatutos profissionais com as respectivas tutelas.
"Os únicos que ainda não receberam o projecto do estatuto profissional foi a APG", disse à Agência Lusa o presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, José Manageiro.
Atraso "incompreensível" na revogação do estatuto profissional, falta de um horário de trabalho de referência, promoções em atraso e perda de direitos na saúde são os principais motivos alegados pela APG para participar na manifestação.
José Manageiro disse ainda que "o horário de escravatura da GNR" vai impedir muitos militares de participarem no protesto, que pretende ser "o espelho do descontentamento" da Guarda Nacional Republicana.
A APG é a associação mais representativa da GNR, com 16 mil associados, num universo de cerca de 25 mil guardas.
Lusa
São mal pagos, não têm horário de trabalho, têm material antiquado, muito deles em principal a PSP nem coletes á prova de bala para cada um dos guardas, quando é preciso, é preciso pedir ao colega quem tenha, as telecomunicações não há coordenação entre as diversas forças de segurança, assim é dificíl combater a crimanalidade que muitas das vezes tem mais e melhores meios.
Não valia a pena fazer greves "preventivas" por parte da CGTP (PCP)
Câmara de Lisboa lança campanha de limpeza da cidade e contrata mais 120 cantoneiros A contratação de 120 novos cantoneiros e a divulgação de anúncios de sensibilização para a limpeza da cidade são duas facetas de uma campanha ambiental de oito milhões de euros que a Câmara Municipal de Lisboa apresenta hoje."Há onze anos que não se fazia uma campanha de sensibilização sobre esta matéria em Lisboa e tenho esperança nos resultados", disse o vereador com o pelouro do Ambiente, José Sá Fernandes, a propósito da campanha "Lisboa Limpa", que vai passar nos principais canais de TV e Rádio, imprensa escrita e na rede Multibanco. Em paralelo, vão decorrer acções de sensibilização em cerca de 200 escolas, dirigidas a mais de 50 mil alunos, docentes e auxiliares de acção educativa. "As pessoas têm de se habituar a não deitar as beatas para o chão, a não grafitar as paredes e a participar na recolha selectiva do lixo", disse o vereador, reconhecendo que "muitos cidadãos continuam a fazer dos ecopontos autênticas lixeiras, pois deixam os sacos de lixo orgânico ao lado dos contentores, talvez apenas por preguiça". A campanha insere-se no Plano de Intervenção de Limpeza Urbana e prevê "a contratação de 120 novos cantoneiros e a aquisição de 80 novos veículos (carros de recolha, lavadoras, varredoras, viaturas de apoio à limpeza, viaturas de tracção eléctrica, de remoção e de compressão, etc), alguns movidos a energias não poluentes e mais silenciosos", informa um comunicado do gabinete de Sá Fernandes. "Serão igualmente adquiridos 40 sopradores, dez aspiradores, além de mil papeleiras com cinzeiros e 14 mil contentores", esclarece o documento. O Plano apresentado pelo vereador contempla ainda "o alargamento das áreas de excelência na zona histórica da cidade e a expansão da recolha selectiva porta-a-porta a dez novas áreas de intervenção". De acordo com o vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML), alguns dos locais mais problemáticos são "a Mouraria, onde as operações de limpeza começaram a semana passada, o Bairro Alto e a Baixa lisboeta". O Centro Comercial do Martim Moniz é outro ponto crítico, "sobretudo pela acumulação de caixas vazias" provenientes das lojas. O início oficial da campanha está marcado para hoje, às 22h00, na Garagem Municipal Olivais III, e terá a presença do presidente da autarquia, António Costa, e de Sá Fernandes. Também irão comparecer na sessão cantoneiros da CML, alguns deles participantes no anúncio televisivo, que será apresentado na mesma ocasião. Diariamente, 1800 funcionários dos serviços de limpeza da CML recolhem 900 mil quilos de lixo, colocados em 17 mil contentores e 1500 ecopontos.
Lusa
As greves "preventivas" da CGTP/PCP não valia a pena, foi um esforço de inglório, a greve é uma arma que os trabalhadores em última instância e, não como primeira escolha, e depois a "luta de massa" muita querida ao PCP numa estratégia de oposição pela sua "testa de ferro" a CGTP. Agora espera-se a "declaração de vitória".
segunda-feira, 30 de março de 2009
Banda sonora de um dos filmes da minha vida
Quem não viu o fime, não perca, é um melhores fimes que já vi na vida.
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