segunda-feira, 30 de março de 2009

domingo, 29 de março de 2009

sábado, 28 de março de 2009

Apagão.


Mais de 2000 cidades e 1 milhão de pessoas apagam hoje a luz por uma hora

Quando o relógio bater as 20H30 do dia 28 de Março os geradores a diesel das ilhas Chatham, na Nova Zelândia, vão ser desligados, marcando o início de um movimento comunitário à escala mundial: a Hora do Planeta 2009. Quem quiser participar neste momento simbólico só tem de desligar o interruptor.
Em Lisboa, o Cristo-Rei assim como a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão das Descobertas, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho e o Museu da Electricidade vão ficar apenas iluminados pela luz das estrelas. O Centro Cultural de Belém (CCB) vai desligar as luzes durante 15 minutos. O Ikea vai desligar as luzes exteriores durante uma hora e a Coca-Cola irá apagar todos os outdoors entre as 20h30 e as 21h30.
Em Tomar vão ficar às escuras o Convento de Cristo, a Ponte do Flecheiro, a Igreja da Nossa Senhora da Conceição e o edifício da Câmara Municipal. Em Águeda, para além dos Paços do Concelho, o desligar das luzes estende-se às Piscinas Municipais, ao Mercado Municipal e ao Fórum Municipal da Juventude. Mosteiro de Landim, Casa das Artes, Museu Bernardino Machado e Casa de Camilo são os monumentos aderentes em Vila Nova de Famalicão.
A iniciativa Hora do Planeta pretende fomentar a sensibilidade mundial sobre o futuro do Planeta e a incentivar à realização de outras pequenas acções que podem marcar uma grande diferença, como por exemplo: usar lâmpadas de baixo consumo, desligar o ar-condicionado e preparar uma festa ou jantar à luz de velas com amigos e família.
A WWF, entidade responsável pela iniciativa, pretende que esta acção simbólica seja mobilizadora, a nível individual, de uma mudança de hábitos e de uma tomada de consciência permanente de que é necessário travar o aquecimento global. A nível mundial, pretende ser uma chamada de atenção aos Governos para que assumam a sua responsabilidade na criação e manutenção de políticas mitigadoras das alterações climáticas.
Dicas para reduzir o consumo de energia e combater as alterações climáticas
Crianças: Descobre diferentes formas de poupar energia
Rita Afonso@ e WWF

A tramóia do Freeport.

Sócrates é «corrupto», diz Smith em DVD

«É corrupto». É desta forma que Charles Smith fala de José Sócrates no DVD que é fundamental para a investigação do processo Freeport em Inglaterra. A TVI revelou, no Jornal Nacional desta sexta-feira, o som de uma conversa de 20 minutos em que é mencionado o nome do primeiro-ministro.
A reunião juntou três pessoas: Charles Smith, já arguido em Portugal, João Cabral, ex-funcionário da Smith e Pedro, e Alan Perkins, administrador do Freeport, que sem conhecimento dos outros intervenientes no encontro, fez a gravação.
Contactado pela TVI, João Cabral recusou fazer qualquer comentário sobre o conteúdo do DVD.
A conversa que incrimina Sócrates
Alan Perkins: O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção... Charles Smith: O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto. Alan Perkins: Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele? Charles Smith: Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende?Isto foi mesmo ser estúpido... Alan Perkins:Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo? Charles Smith: Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não...
Charles Smith: João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente? João Cabral: Certamente... Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que é em Janeiro.
Charles Smith: Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russel) reuniram-se com eles. Alan Perkins: Houve um acordo para pagar? Charles Smith: Para pagar uma contribuição para o partido deles.
Charles Smith: Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo... a um homem... Alan Perkins: Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro? Charles Smith: Passou pelas nossas contas Alan Perkins: Facturaram ao Freeport, ok? Charles Smith: Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui, desacelerámos, parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: «Nós não queremos pagar». Se ler esse contrato, diz aí que recebemos três tranches de 50, 50, 50... Gary disse: «Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa».
Tvi
A tramóia que envolve o PM no caso Freeport, a cabala lançada, e agora isto, a fuga de informação miserável. Nada me tira do espirito que é uma vingança vinda do mesmo sítio,ligado às declarações de ontem relativas ao bastonário da ordem dos advogados na revista da ordem, fica aqui provado a tramóia miserável urdida por alguém sem escrupulos, onde vale todo, mas ninguem fala da correpção de outros políticos, fabuloso...

O árduo trabalho de ser Mãe.

Eurodeputada dinamarquesa em pleno trabalho.