sexta-feira, 27 de março de 2009

A Minha Aldeia




Senhoras e Senhores,
Apresento-vos a minha aldeia, aonde me refugio , sou sempre feliz quando lá estou.
Para completar chama-se Alvoco da Serra- Serra da Estrela.

Deixa-me lá segurar a parede...




Fotografia
















Afinal sempre ouve uma cabala política contra o PM


Marinho Pinto acusa PJ de fabricar caso Freeport

Por Carlos Rodrigues LimaHoje
Bastonário da Ordem dos Advogados diz que nos EUA este caso já tinha dado origem a um inquérito por “conspiração”. Leia o documento de Marinho Pinto na íntegra.
António Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, desfere, na próxima edição do Boletim da OA, um ataque à investigação do caso Freeport. Numa extensa reportagem acerca do processo de violação de segredo de justiça ao ex-inspector José Torrão, Marinho Pinto escreve que “noutros, como nos EUA, um caso destes teria seguramente conduzido a outro processo, por conspiração”.
O trabalho publicado no Boletim de Abril da OA assenta, sobretudo no processo ao inspector José Elias Torrão, já condenado em tribunal. Neste caso que correu nos tribunais, foi dito que a coordenadora da Polícia Judiciária de Setúbal, Maria Alice Fernandes, foi quem sugeriu a apresentação de uma carta anónima de forma a poder iniciar uma investigação. Isto depois de terem existido, em finais de 2004, encontros entre inspectores da PJ de Setúbal com Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes, e Armando Carneiro, antigo proprietário da revista “Tempo” e ligado ao PSD.
“Aconselhar o recurso a cartas anónimas, reunir com jornalistas (e com opositores do principal do principal visado com as denúncias) são métodos que não são próprios de uma investigação criminal”, escreve Marinho Pinto, acrescentando: “Em processo penal não há conversas informais, mas sim diligências rigorosamente formais, ou seja, reduzidas a auto”.
As críticas do Bastonário continuam, agora referindo-se ao facto de uma inspectora da PJ ter dito que Armando Carneiro conhecia uma escuta telefónica do processo, coincidentemente, a única a José Torrão ouviu: “Por outro lado, divulgar a jornalistas a realização de escutas telefónicas e de buscas judiciais, inclusive antes de estas se efectuarem, constitui uma prática que só se pode justificar por interesses estranhos à investigação”.
A nova atitude editorial do Boletim da OA está a provocar forte polémica junto dos advogados, pouco ou nada habituados a ter uma “revista” jornalisticamente agressiva. O Bastonário defende-se no editorial, dizendo que se trata de uma nova estratégia de comunicação da Ordem e que o Boletim deve abordar temas e discutir temas da actualidade.

A verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima. Quem me diz que não foram estes mesmos senhores(afinal como a jornalista Felicía Cabrita muita ligada à PJ como é sabido,teve acesso a este processo e informação preveligiada), e a outros que tentam denegrir dirigentes do PS, os autores das outras calúnicas, isto é crime, o MP deve investigar( se não houver pressões políticas e não só, como é costume em Portugal) castigar estes mesmos senhores, mesmo até o sr.deputado do PSD, mesmo que invoce a sua imunidade de deputado.

quinta-feira, 26 de março de 2009

IMAGENS DO DIA

http://aeiou.expresso.pt/imagens_que_estao_a_marcar_o_dia=f505394.

Entrada em vigor de (desa)acordo ortográfico.

Aplicação das novas regras deverá começar na documentação oficial do Estado
Acordo Ortográfico poderá ser implementado em Portugal e Cabo Verde a 5 de Maio


Portugal e Cabo Verde deverão iniciar a implementação do Acordo Ortográfico a 5 de Maio, embora a data seja ainda "meramente indicativa" e possa ser "alterada", disse hoje à Agência Lusa o ministro da Cultura cabo-verdiano.Manuel Veiga explicou que os dois países têm estado em negociações para que o Acordo Ortográfico seja implementado, na documentação oficial, ainda no primeiro semestre deste ano, como já tinha referido à Lusa o seu homólogo português, José António Pinto Ribeiro, durante a visita oficial que o primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, efectuou a Cabo Verde, de 12 a 14 deste mês. Manuel Veiga avançou que a decisão foi tomada conjuntamente com José António Pinto Ribeiro, tendo ficado decidido que os dois países agendariam a implementação para 5 de Maio, "data meramente indicativa", insistiu, por ser o Dia da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). "Nós, em Cabo Verde, estamos a preparar o diploma relativo à entrada em vigor do acordo, que deverá seguir em breve para o Conselho de Ministros para aprovação e, só depois, iniciaremos a implementação. Estamos ainda em negociações com Portugal. Mas só posso dizer que esta data é indicativa, ela pode ser alterada", explicou. A 12 deste mês, durante a estada em Cabo Verde, José António Pinto Ribeiro disse à Lusa acreditar que a entrada em vigor do Acordo Ortográfico nas instituições oficiais poderia ser uma realidade em Cabo Verde e em Portugal até ao final do primeiro semestre. "Não tenho dúvida nenhuma [que Cabo Verde vai oficializar o acordo]. Nesse domínio, temos um grande entendimento e acreditamos que, ainda no primeiro semestre deste ano, vamos pôr em vigor na documentação oficial tudo o que é o Acordo Ortográfico", referiu na altura o governante português.

Público


DECLARO PARA OS DEVIDOS EFEITOS, QUE NÃO CUMPRIREI O ACORDO ORTOGRÁFICO, POIS A LÍNGUA PORTUGUESA SÓ HÁ UMA, AQUELA QUE SE FALA EM PORTUGAL À SÉCULOS, E NÃO ME SUJEITO A ORDEM DE ESTADOS ESTRANGEIROS SUPOSTAMENTE " IRMÃOS" .

Os custos da democracia



Parlamento: Empresários pedem alterações na legislação
Eleições ficam caras às empresas.


As campanhas eleitorais para a Assembleia da República, o Parlamento Europeu e as autarquias locais, que irão decorrer entre Junho e Outubro deste ano, vão custar, em média, às empresas 180,5 milhões de euros em salários. Tudo porque é necessário pagar aos cerca de cem mil candidatos (entre efectivos e suplentes), que irão participar em acções de campanha para aquelas três eleições. Com tamanha despesa num ano em que as empresas estão asfixiadas pela forte crise económica, a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) apresentou ao Governo uma proposta que, sendo acolhida, permitirá reduzir as despesas com ordenados para 59,8 milhões de euros, menos 67 por cento.
O diagnóstico da CIP, que resulta de um trabalho conjunto com a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) e Confederação do Turismo de Portugal (CTP), deixa claro que 'as confederações patronais estimam que os custos com os salários a pagar durante as campanhas eleitorais aos seus trabalhadores que sejam candidatos às eleições variem entre 144,8 e 216,4 milhões de euros.' Por isso, a despesa média ascende a 180,5 milhões de euros.
Os custos são identificados em cada uma das campanhas: como todos os actos eleitorais implicam a dispensa do trabalho durante 30 dias com remuneração paga na íntegra, as autárquicas, que envolvem milhares de candidatos, custam às empresas uma média de 178,8 milhões de euros em salários; as legislativas, que têm muito menos candidatos, implicam despesas com pessoal de quase 1,5 milhões de euros, e as europeias, ainda com menos candidatos, custam cerca de 154 mil euros .
Como estes encargos resultam do regime das leis orgânicas das eleições, que se sobrepõe ao Código do Trabalho, a CIP defende que, através de uma alteração legislativa, seja estabelecido que as empresas pagem um salário relativo a um terço do período de duração da mesma campanha eleitoral, como já prevê o Código do Trabalho. A participação nas campanhas mantém-se intocável.

Cm



Não compreendo o patronato, então querem só pagar um terço do salário (já de si magrissímo) enquanto decorrer as várias eleições este ano. Há que dizer a este patronato que as eleições são a base da democracia, (eu precebo este Van Zeller )(um homem em que a familía sempre esteve ligada ao Salazarismo e à exploração dos trabalhadores) democracia essa que lhes permite atravéz desses mesmos eleitos, estarem a receber milhares e milhares de euros para fazer face à crise financeira instalada, a qual os trabalhadores não contribuiram para nada em qualquer tipo de especulação financeira e exportação de divisas para paraísos fiscais. Enfim temos aquilo que merecemos, um patronato cada vez mais explorador e bafiento.

O Sol


Aqui está a origem das ondas de calor, que assolam o planeta, consequência do aquecimento global, provocada pelo homem.
Nasa

Koalas.


Com a onda de calor que assola a Autrália quem sofre são os animais, neste caso é os Koalas, este agradeçe ter lavado uma mangueirada.
Só de imaginar, mete pena.

Cortesia do blog "pau para toda a obra".

Paisagens