Começou a matança assassina de focas bébés no Alasca Canadá, este crime ambiental e, que ultrapassa todo o que é aceitável, só para fazer casacos de pele, que depois serão vendidos nos grandes lojas de luxo. Sigo aquele ditado "quanto mais conheço os homens, mais gosto de animais".Meu uivo é o lamento da escuridão É o som da tristeza que corta a noite Mas não é só dor A razão do meu canto Esperança ainda guardo Pois se meu uivo alcança o céu É teu o nome que eu chamo.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Começou a matança de seres inocentes.
Começou a matança assassina de focas bébés no Alasca Canadá, este crime ambiental e, que ultrapassa todo o que é aceitável, só para fazer casacos de pele, que depois serão vendidos nos grandes lojas de luxo. Sigo aquele ditado "quanto mais conheço os homens, mais gosto de animais".quarta-feira, 25 de março de 2009
Tenho um primo na Suiça.
Desculpem lá , tenho que enviar uma encomenda para o meu primo que está na Suiça. Sr.presidente da câmara municipal de Oeiras explique lá o processo SolPlay, só como exemplo. Alguém acredita que este senhor autarca vá ser condenado?
Há aqui muito para explicar por parte do PSD/CDS

Empresário garante que compra de terrenos em Rio Frio não teve a ver com novo aeroporto de Lisboa
O empresário Fernando Fantasia assegurou que a compra de terrenos em Rio Frio por parte da SLN nada teve a ver com a construção do novo aeroporto de Lisboa. No Parlamento, este empresário explicou que a compra destes terrenos remonta a 2003, altura em que se pensava que o aeroporto seria na Ota.
O empresário Fernando Fantasia revelou, esta terça-feira, que o antigo presidente do BPN, Oliveira e Costa, lhe pediu uma opinião sobre um negócios de compra de terrenos em Rio Frio, mas rejeitou que este tenha alguma coisa a ver com a construção do novo aeroporto de Lisboa.
Perante a Comissão de Inquérito que está a analisar a nacionalização do BPN, este accionista da empresa que comprou que comprou estes terrenos que, mais tarde, em 2007, foram escolhidos para a construção do aeroporto de Lisboa, rejeitou «insinuações» relacionadas com este negócio.
«Demorou muitos meses até ter lá toda a documentação. Até ter todos os registos e certidões em ordem não queira saber», explicou o empresário numa referência a este negócio feito duas semanas antes antes do anúncio da escolha do novo aeroporto, em finais de 2007.
A negociação do empréstimo para a compra dos terrenos foi feita no BCP e que como garantia ficaram os próprios terrenos e que o negócio remonta a 2003, altura em que apenas se falava da instalação do novo aeroporto na Ota.
Aos deputados, o empresário explicou que ainda não viu «nada de muito positivo» relacionado com a mudança de planos do Governo em relação ao aeroporto e que esta decisão governamental fez parar os trabalhos que estavam em curso nos terrenos dada a suspensão do PDM.
Fernando Fantasia, que assegurou aos deputados nada ter a ver com o Banco Insular ou com off-shores, explicou ainda que fará com estes terrenos aquilo que o Plano de Ordenamento do Território deixar fazer.
tsf
Quem acredita que a aquesição a poucas semanas de eleições e despachado por um governante do CDS a retirar da reserva nacional esta herdade fosse para um hotel, este senhor não está a dizer a verdade completa.Tendo em conta a interferência de um governante confira-se acesso a informação preveligiada, e outras infracções, estes senhores têm que ter consciência de que não somos tolinhos.
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Politíca Nacional
terça-feira, 24 de março de 2009
Avisos

Carne vermelha ou transformada aumenta risco de mortes
O consumo da carne vermelha ou transformada parece aumentar o risco de mortalidade, enquanto o consumo de carne branca parece reduzi-lo, segundo um estudo conduzido nos Estados Unidos e cujos resultados foram publicados segunda-feira.
A pesquisa foi conduzida em mais de meio milhão de pessoas durante dez anos. Os participantes, homens e mulheres, tinham idades compreendidas entre os 50 e os 71 anos no início da investigação, em 1995. Responderam então a um questionário sobre o seu consumo de carne vermelha, transformada e carne branca. Foram depois seguidos durante dez anos através, nomeadamente, das estatísticas dos serviços de segurança social.
Durante este período, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Um quinto dos homens e mulheres que comeram mais carne vermelha (uma quantidade média de 62,5 gramas por mil calorias absorvidas diariamente) tinha um risco mais elevado de mortalidade comparativamente aos que tinham consumido menos (9,8 gramas por mil calorias/dia), segundo estes investigadores, cujos trabalhos foram publicados nos Arquivos de Medicina Interna, datados de 23 de Março.
dd
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