quinta-feira, 12 de março de 2009

Dr. PSL será preciso avivar-lhe a memória.

Falta de memória
Face às contas da Câmara de Lisboa de 2004 - em que Santana desgovernou Lisbou em mais de meio ano, antes de ter dado o salto para a inesquecível desgovernação do País -, que o Tribunal de Contas chumba, o ex-edil alfacinha diz:

O ex-presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes rejeitou esta quarta-feira responsabilidades nas contas do Município em 2004, chumbadas pelo Tribunal de Contas, lembrando que o documento foi elaborado durante a presidência de Carmona Rodrigues.

Mas sobre 2002 e 2003, que Santana cumpriu integralmente o mandato nos Paços do Concelho, e o Tribunal de Contas também diz:

O Tribunal de Contas chumbou as contas dos dois primeiros anos do mandato de Santana Lopes na Câmara de Lisboa (2002 e 2003) por irregularidades ligadas à falta de informação sobre a realidade financeira e patrimonial da autarquia, refere a Lusa.

Quanto a isto não há uma única palavra.
É bom não esquecer o que Lisboa não mais pode repetir, sob pena de voltar para trás.
Com a cortesia do blog Camara dos Comuns
Caro dr.PSL é muito feio acusar adversários políticos das burrices que praticamos, e ainda por cima lesou a CML em muitos milhares de euros.

Psl já criou o blog da choraminguisse.



O blog da candidatura de PSL é : lisboacomsentido.blogspot.com

Ao PSD...



O Presidente Kennedy dizia" o estado tem a obrigação de fazer alguma coisa por ti, e tu já fizeste alguma pelo estado".

Neste caso tanto é flagrante a falta de ideias e a prática do insulto gratuito, penso que faz parte da estratégia deste PSD, que não é capaz de apresentar alternativas crediveís e, destrui todo o que possa cheirar a governo.Mentalidades!!!

Alguém tem que fazer alguma coisa à aquele antro de criminalidade.


Cinco bairros 'de ninguém' em terrenos da câmara Lisboa. Durante anos, mais de 800 fogos construídos por cooperativas e associações de moradores têm estado abandonados. Sem manutenção do edificado. Ninguém paga rendas e as casas degradam- -se. Há cinco anos uma comissão avançou propostas para resolver problemas como o do Portugal NovoHá mais quatro 'bairros sem dono', em Lisboa, cuja situação é muito semelhante à que se vive no Portugal Novo, às Olaias, em Lisboa. Em todos - Bairro Horizonte, Bairro das Fonsecas, Bairro da Quinta da Calçada, Bairro Lisboa Nova - há rendas por pagar, degradação urbanística, e, no total dos cinco empreendimentos, o montante da dívida, ascendia, há cinco anos, a 19,5 milhões de euros.De acordo com um relatório, de 2004, elaborado por uma comissão composta por técnicos da Câmara Municipal de Lisboa, Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e Instituto Nacional de Habitação (hoje Instituto da Habitação Reabilitação Urbana), foram construídos, em terrenos da autarquia, cinco empreendimentos por quatro cooperativas e uma associação de moradores, financiados pelo ex-Fundo de Fomento de Habitação. "Em todos a recuperação dos créditos tem sido nula", refere o documento a que o DN teve acesso e que tem estado na gaveta desde a altura da sua conclusão.Helena Roseta, vereadora do movimento Cidadãos Por Lisboa, a quem foi entregue a coordenação do Programa Local de Habitação, desconhecia esta situação e garante que o PLH dará o devido enquadramento a estes novos dados. "Os 800 fogos que integram estes cinco bairros não estão incluídos no levantamento que a Fenache nos forneceu e que aponta para a existência de 1400 fogos de cooperativas em Lisboa", sublinha a vereadora, que entende que a autarquia da capital não se pode alhear da resolução deste problema, "até porque os terrenos desses bairros são municipais, cedidos em direito de superfície". Recorde-se que António Costa considerou, na segunda-feira, que o problema do Portugal Novo é "um caso de polícia".Roseta, por seu turno, defende que "o bairro deve ser sujeito a uma profunda análise urbanística, não esquecendo a componente social, antes de ser tomada qualquer decisão drástica, como a implosão". Apesar de todas as patologias do edificado, das anomalias funcionais do bairro, a vereadora sustenta que cada vez mais a atitude perante estes empreendimentos dos primórdios da habitação social deve ser a de fazer um "urbanismo de reciclagem". Dois destes bairros identificados no relatório (o Portugal Novo é um deles) são projectos SAAL: habitação construída no pós-25 de Abril de 1974 promovida pelos governos, em que a população se envolvia directamente no processo (através da constituição de cooperativas ou associações de moradores).

DN

Se aparentemente não há solução para os bairros socias que eram de cooperativas, a obrigação da CML é arranja-la, pois essas cooperativas já faliram há uns anos bons, deixemo-nos do jogo do empurra e ,vamos resolver estes problemas, que são fruto de anos e anos de laxismo camarário, porque nenhum executivo camarário quis resolver o problema.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Não sejamos tansos...

5000 famílias ciganas com rendimento de inserção
Relatório. Assembleia da República estudou etnia


Mais de cinco mil famílias ciganas recebem o Rendimento Social de Inserção (RSI), número que representa 3,7 por cento do total das famílias que beneficiam deste apoio financeiro do Estado, indica um relatório parlamentar sobre a comunidade cigana.Citando dados do Instituto da Segurança Social relativos a Dezembro de 2008, o relatório da Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura refere que há 135.428 famílias portuguesas beneficiárias do RSI, das quais 5275 são ciganas. Segundo o relatório, o maior número de famílias beneficiadas encontra-se em Lisboa (609), Faro (583) e Aveiro."Dizem que 3,7 por cento dos que recebem rendimento são ciganos, mas ninguém se preocupa com os outros 96,3 por cento", afirma José Fernandes, representante dos ciganos desalojados do Bairro da Fonte em Loures. Ainda assim, José Fernandes admite que "há alguns que não precisam do rendimento mas que o recebem" e que "estas situações devem ser fiscalizadas".Este subsídio do Estado revelou-se "uma medida da maior importância face à situação de pobreza extrema em que se encontra parte da comunidade cigana", sublinha o relatório, que resultou de várias audições sobre portugueses ciganos, no âmbito do Ano Europeu para o Diálogo Intercultural.José Fernandes concorda que o RSI "é uma esmola que melhora a vida" da comunidade cigana. "É também uma forma de incentivar as crianças a ir à escola, pois a Segurança Social corta o rendimento se as crianças faltarem", diz o porta-voz, revelando que o rendimento tem feito com que muitas crianças ciganas já tenham terminado a escolaridade obrigatória.Este apoio, acrescenta o relatório, permitiu estabelecer contractualizações com as famílias ciganas: as crianças passam a frequentar a escola, mães e filhos são cobertos pela saúde materno-infantil e mulheres e homens têm acesso à formação recorrente. Além disso, a população adulta frequenta acções de formação profissional e a comunidade no geral passa a ser abrangida pela Acção Social no âmbito dos apoios ao exercício da cidadania e organização da vida quotidiana. Contudo, a esta medida estão também associadas queixas e críticas, como os montantes serem "insuficientes e taparem "somente a precariedade", e as pres- tações serem indevidamente utilizadas na compra de mercadorias para revenda. Com Lusa


É verdade que alguns ciganos precisam de subsidios de inserção, assim como outras minorias, mas não sejamos tansos, muitos deles têm sinais evidentes de riquesa, como casas, carros de alta cilindrada e não será a vender roupa em feiras, talvez em vez os os julgar de coitadinhos, a Seg.Social investigasse alguns desses ciganos, para que não coma o pecador pelo justo.

Quando o terror ataca.


Espanha: 11 de Março de 2004, foi em Espanha que o terrorismo atacou, mas Portugal não está livre de ataques cobardes do mesmo género, sem o controle das entidades responsáveis pela entrada de estrangeiros.

A última oportunidade de Spinola para conquistar o poder


11 de Março de 1976-Tentativa de golpe de Estado da extrema-direira dirigida por Spinola.

segunda-feira, 9 de março de 2009

A Miséria pura e Dura.




Origem do conflito estará a disputa de uma casa
PSP está a proceder a averiguações para apurar origem desacatos e autor de disparos
O Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP revelou ontem à noite que está ainda a proceder a averiguações para apurar a origem dos desacatos e o autor dos disparos no Bairro Portugal Novo, nas Olaias. Na origem do conflito estará a disputa de uma casa.Durante a noite e madrugada, a PSP não registou "qualquer tipo de incidente" no bairro onde ontem à tarde vários moradores de etnia cigana e africana se envolveram em confrontos.Segundo o oficial de dia da divisão da PSP das Olaias, permanece na área a força policial considerada "necessária e adequada". Ontem, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP disse em comunicado que estava a proceder a averiguações para apurar a origem dos desacatos e o autor dos disparos. Junta defende reunião que inclua Câmara para encontrar solução para bairro problemáticoO presidente da Junta do Alto do Pina defendeu ontem a realização de uma reunião com a Câmara Municipal de Lisboa para discutir uma solução para o Bairro Portugal Novo. Fernando Braamcamp (PSD) revelou à Lusa que já informou o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), sobre os incidentes e o autarca mostrou-se disponível para uma reunião no sentido de se resolver a situação do Bairro Portugal Novo. Segundo o presidente da Junta de Freguesia do Alto Pina, o Bairro Portugal Novo "é um problema que já devia ter sido resolvido pelos organismos próprios: Câmara Municipal de Lisboa e Secretaria de Estado do Ordenamento do Território". O bairro encontra-se, na sua opinião, "degradado", não existindo "qualquer autoridade responsável pela sua manutenção". "É um bairro que tem cerca de 25 anos, mas como não tem administração foi sendo ocupado por africanos e por pessoas de etnia cigana", explicou.
Quem não conhece a realidade deste bairro e de outros na zona das Olaias e Picheileira puderá ficar admirado,com esta situação, não é mais do que resultado do abandono dos várias executivos camarários ao longo dos anos, a exclusão e desemprego, a miséria pura e dura, onde se sobrevive da subsidio-ou-depência, onde o tráfico de droga e de armas é o negócio do dia a dia, a 20 metros de uma esquadra da PSP, onde esta instituição tambem é culpada e de que maneira desta situação, pelo desleixo no patrulhamento policial. Portanto senhores políticos agora que as eleições autarquicas vêm aí, apresentem soluções viáveis para esta gente e,venham ver o que (so)breviver.

Assim não Vale...



IMI aumenta 135 euros
Milhares de proprietários vão ver o seu Importo Municipal sobre Imóveis (IMI) ser agravado em 135 euros já em Abril.A subida resulta da cláusula de salvaguarda criada em 2003, na sequência da reforma dos impostos sobre o património. Na altura foi estabelecido que o aumento dos impostos devido às alterações à legislação seriam diluídas pelos anos seguintes.As Finanças argumentam que este aumento vai incidir sobre um número reduzido de proprietários e só sobre os prédios de elevado valor - mas, no ano passado, quando o aumento foi de 120 euros, mais de 56 mil prédios foram abrangidos, 0,7% dos 7,6 milhões de prédios urbanos existentes. As notas de cobrança serão emitidas pelo fisco ainda este mês.Os contribuintes que tenham de pagar quantias superiores a 250 euros poderão dividir o pagamento em duas prestações, iguais, a liquidar em Abril e em Setembro próximo.
Esta notícia do aumento do IMI, configura uma situação no minímo desumana, quando o país vive a uma crise económica que atinge e de maneira as famílias que se vêm em "papos de aranha" para pagar a prestação ao banco no fim do mês e, muitas delas já começam a abandonar as casas com que tanto sonharam, quando muitas delas já passam fome para pelo menos manter o lar. Sr. ministro das Finanças assim não vale.