domingo, 25 de janeiro de 2009

Com Uma Chávena de Chá, já ía, Não ?





Bolo Esplêndido

Bolos
Ingrediente Principal: Farinha
Ingredientes
1 chávena de açúcar1 chávena de farinha4 ovosCompota de frutos vermelhos: q.b.Creme:175 g manteiga sem sal100 g açúcar3 ovos250 g de chocolate1 chávena de café de leiteDecoração:Cerejas q.b.
Preparação
Batem-se muito bem as gemas com o açúcar, junta-se a farinha e por fim os claras em castelo. Vai ao forno em forma rectangular baixa. Recheia-se com compota, o mais vermelhinha possível. Enrola-se como uma torta.Preparação do creme:Bate-se a manteiga até ficar em creme. Junta-se-lhe o açúcar e bate-se novamente.Adicionam-se-lhe as gemas e o chocolate que se derreteu, previamente, com o leite, e por fim as claras em castelo.O rolo, depois de arrefecer, deve ser partido em rodelas fininhas. Com elas, forra-se uma tigela. Depois, deita-se o creme dentro e cobre-se com o resto das fatias do rolo.Vai 2 horas para o frigorífico, sendo aconselhável mais tempo, até.Cobrir com cerejas e servir bem fresco.

Foi à 2 anos que Morreu Miklos Féher, Lembram-se?







Foi um dias mais tristes da minha vida, ver morrer em directo na TV um jovem de 20 anos e poucos anos doeu e muito.

Há Verdades Que Serão Sempre Verdades.


Juiz suspeitou da "celeridade invulgar"

Caso Freeport. O antigo presidente do Instituto de Conservação da Natureza Carlos Guerra afirma estranhar a polémica, dizendo que só à terceira é que a Avaliação de Impacte Ambiental foi aprovada. "Não houve tratamento de favor, porque o projecto já era conhecido dos serviços"MP só pediu escutas a autarcas e empresáriosO primeiro juiz de instrução do caso Freeport sublinhou que "o processo que conduziu à construção e funcionamento do complexo industrial apresenta várias irregularidades e um andamento insusitado". O magistrado do Tribunal do Montijo realçou ainda, num despacho de Fevereiro de 2005, que o projecto "foi alvo de dois pareceres desfavoráveis em estudos de impacto ambiental e quando foi, finalmente, obtido o parecer pretendido, o desenvolvimento do processo conheceu uma celeridade invulgar, decorrendo em 20 dias e não nos 100 dias usuais".As considerações do juiz constam de um despacho que responde a um pedido do procurador Raul Farias, da comarca do Montijo, para se iniciarem escutas telefónicas. O naipe de suspeitos apresentados pelo magistrado do Ministério Público circunscreveu-se a autarcas e empresários: José Dias Inocêncio (ex-presidente da Câmara de Alcochete), Honorina Silvestre (ex-vereadora), Manuel Pedro (sócio da consultora Smith&Pedro) e José Manuel Marques (antigo consultor da Câmara de Alcochete). Segundo o juiz, existiam nos autos "indícios de que os suspeitos praticaram crimes de corrupção passiva para acto ilícito e participação económica em negócio". Daquele conjunto, o DN não conseguiu contactar Manuel Pedro e Honorina Silvestre. José Dias Inocêncio garantiu que "até hoje" nunca foi ouvido. José Manuel Marques declarou o mesmo, acrescentando apenas que manteve "conversas informais com a Polícia Judiciária". "O projecto nunca me passou pelas mãos", disse ao DN. "Só depois do Estudo de Impacte Ambiental do Ministério do Ambiente é que o processo passou para a Câmara de Alcochete", adiantou ainda José Manuel Marques, antigo consultor da autarquia.Ex-director do ICN esclareceO decreto que alterou os limites da Zona de Protecção do Estuário do Tejo (ZPE) foi ou não fundamental para a viabilização do Freeport? Em declarações ao DN, Carlos Guerra, presidente do extinto Instituto de Conservação da Natureza que acompanhou todo o processo, garantiu que não. "O Freeport esteve sempre projectado para o interior da ZPE. Por isso é que foram necessários vários estudos de impacte ambiental. Dois foram chumbados e só à terceira, depois do promotor cumprir as recomendações, é que o projecto foi aprovado", disse Carlos Guerra, mostrando-se um pouco surpreendido com a recente polémica."É preciso recordar que onde está hoje o Freeport estava uma fábrica de pneus (da Firestone). Parecendo que não, mas a área do Freeport é a mesma da fábrica", disse ainda o antigo responsável pelo ICN. Questionado se houve ou não uma "celeridade invulgar" na tramitação do processo nos departamentos do Ministério do Ambiente, Carlos Guerra respondeu: "Não. o processo vinha de 1999. Era mais do que conhecido pelos serviços. Por isso, quando se verificou que todas as condições estavam cumpridas pelo promotor, foi aprovado". Esta versão vai de encontro à de Rui Nobre Gonçalves, ex-secretário de Estado do Ambiente que aprovou a declaração de impacte ambiental.

Dn

Aqui está a verdade de quem trabalhou sempre no processo, e continuo a pensar que se deve continuar com a investigações até ao fim, até à conclusão e, aqueles que têm ser punidos devem-no ser mesmo se se apurar que as fugas ao segredo de justiça partiram da C.S.

O Concílio Mais Importante da Igreja Católica.


Há 50 anos em Roma, o Papa João XXIII convocava um concílio ecuménico do Vaticano II.

Há 50 anos, em Roma, o Papa João XXIII anunciava, de forma inesperada, a convocação do concílio ecuménico do Vaticano II. Reunião ao mais alto nível de cardeais, bispos e teólogos que, durante três anos tentou a renovação da Igreja Católica, presa ainda a dogmas ancestrais.

Para Quem Diz que Só Gosto de Música Anglo-Saxónica

Barcos II


A Minha Outra Paixão.




Fecilicia a Investigadora



Ontem vi a entrevista de Felicía Cabrita à TVI sobre a sua investigação para o Expresso sobre o caso Freeport. Quero dizer que sou para que de uma vez e para sempre, uma investigação séria e definiva para se apurar se ouve correpção e a que níveis, se houve transferências de grandes quantidades de dinheiro para paraísos fiscais, e de um vez por todas saber se o PM está ou envolvido nesta história, ou não, por que tenho a certeza que esta história vai continuar até ao fim deste ciclo de eleições com um objectivo preciso como em 2005, projudicar um partido em relação aos outros. É do domínio público as relações preveligiadas da jornalista principalmente com a PJ e, outros orgãos judiciais, neste caso onde o segredo de justiça para nada serve ?Óra é do dominío público que desde a sua criação o jornal da jornalista é conotado com um partido politíco da oposição, e isso é o bastante para "influenciar" investigações digamos "cirúgicas" no aspecto de serem postas na rua em altura precisa. Lembro-me por acaso, de uma investigação de um certo politíco agora retirado da praça, que constriu uma casa em zona de reserva ambiental na Arrábida, e o caso fui puro e simplesmente arquivado sem uma investigação séria e honesta, lembro-me por exemplo de outro politíco que tirou dezenas de fotocópias que deveriam estar em segredo de Estado, e muitos mais atropelos, por isso não nos façam de parvos, se houve correpção e negócios ilícitos, investigue-se todos os intrevinientes no processo, mas não haja a sofreguidão de condenar principalmente pela C.S. na praça pública quem não sabe se é culpado ou não.