sábado, 17 de janeiro de 2009

Pela Paz em Gaza.

Portugal impede sobrevoos de aviões para Israel

Portugal deu instruções para a não autorização de sobrevoos ou aterragens em aeroportos portugueses de aeronaves que transportem material contencioso para Israel enquanto se mantiver a operação militar em Gaza, segundo fontes do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Contactada hoje pela Agência Lusa, a porta-voz do MNE confirmou a informação, mas escusou-se a fazer comentários.
Segundo as fontes, a medida vem na sequência dos três apelos para um cessar-fogo na Faixa de Gaza feitos pelo ministro dos Negócios Estrangeiros português, Luís Amado, nas últimas três semanas e insere-se nos esforços internacionais para permitir um cessar-fogo duradouro entre Israel e o Hamas.
Esta informação surge também um dia depois da assinatura de um acordo bilateral entre as chefes das diplomacias de Israel e dos Estados Unidos, Tzipi Livni e Condoleezza Rice, destinado a dar garantias a Israel do não rearmamento do Hamas, movimento radical que controla a Faixa de Gaza desde Junho de 2007.
Apesar das múltiplas iniciativas da comunidade internacional, designadamente da União Europeia e das Nações Unidas, para a obtenção de um cessar-fogo em Gaza, a operação militar israelita lançada a 27 de Dezembro mantém-se e nos últimos dias intensificou-se.
O mais recente balanço de vítimas da ofensiva israelita regista 1.160 mortos e cerca de cinco milhares de feridos, entre os quais 370 crianças e 85 mulheres.
Na madrugada de hoje, uma mulher e uma criança foram mortas num bombardeamento israelita a uma escola gerida pelas Nações Unidas em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, onde civis que fogem dos combates encontraram refúgio, segundo fontes médicas e testemunhas.
Fontes israelitas indicaram a possibilidade de Israel decretar hoje um cessar-fogo unilateral, mas o representante do Hamas em Beirute, Osama Abu Hamdan, advertiu que os confrontos «continuarão» mesmo que isso aconteça.
«Este (eventual) cessar-fogo unilateral não prevê a retirada do Exército israelita, que enquanto permanecer em Gaza enfrentará resistência e a confrontação», disse Hamdan.
Diário Digital / Lusa

Ainda Bem ! Mal por Mal, Já Basta Santana Lopes.



Público

Faz Hoje Treze Anos da Sua Morte.


Biografia

Filho de Francisco Correia Rocha e Maria da Conceição Barros, gente humilde do campo do concelho de Sabrosa (Alto Douro). Em 1917, aos dez anos, vai para uma casa apalaçada do Porto, habitada por parentes da família. Fardado de branco servia de porteiro, moço de recados, regava o jardim, limpava o pó e polia os metais da escadaria nobre, atendia campainhas. Foi despedido um ano depois, devido à constante insubmissão. Em 1918 vai para o Seminário de Lamego, onde viveu um dos anos cruciais da sua vida, tendo melhorado os conhecimentos de português, da geografia, da história, aprendido o latim e ganhado familiaridade com os textos sagrados. No fim das férias comunicou ao pai que não seria padre.
Emigrou para o
Brasil em 1919, com doze anos, para trabalhar na fazenda do tio, na cultura do café. O tio apercebe-se da sua inteligência e patrocina-lhe os estudos liceais, em Leopoldina. Distingue-se como um aluno dotado. Em 1925, na convicção de que ele havia de vir a ser doutor em Coimbra, o tio propôs-se pagar-lhe os estudos como recompensa dos cinco anos de serviço - o que levou ao seu regresso a Portugal.
Em
1928 entra para a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e publica o seu primeiro livro, "Ansiedade", de poesia. Em 1929, com 22 anos, deu início à colaboração na revista Presença, folha de arte e crítica, com o poema “Altitudes”. A revista, fundada em 1927 pelo grupo literário avançado de José Régio, Gaspar Simões e Branquinho da Fonseca, era bandeira literária do grupo modernista e era também, bandeira libertária da Revolução Modernista. Em 1930 rompe definitivamente com a revista Presença, por "razões de discordância estética e razões de liberdade humana".
É bastante crítico da
praxe e tradições académicas, e chama depreciativamente "farda" à capa e batina, mas ama a cidade de Coimbra, onde viria também a exercer a sua profissão de médico a partir de 1939 e onde escreve a maioria dos seus livros. Em 1933 concluiu a formatura em Medicina, com apoio financeiro do tio do Brasil. Exerceu no início nas agrestes terras transmontanas, de onde era originário e que são pano de fundo da maior parte da sua obra.
Casa com
Andrée Crabbé em 1940, estudante de nacionalidade belga - aluna de Estudos Portugueses, ministrados por Vitorino Nemésio em Bruxelas - que viera a Portugal para frequentar um curso de férias na Universidade de Coimbra. A sua filha, Clara Rocha, nasce a 3 de Outubro de 1955.
Em
1934, aos 27 anos, Adolfo Correia Rocha autodefine-se pelo pseudónimo que criou, "Miguel" e "Torga". Miguel, em homenagem a dois grandes vultos da cultura ibérica: Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno. Já Torga é uma planta brava da montanha, que deita raízes fortes sob a aridez da rocha, de flor branca, arroxeada ou cor de vinho, com um caule incrivelmente rectilíneo. A sua campa rasa em São Martinho de Anta tem uma torga plantada a seu lado, em honra ao poeta.
A obra de Torga
A obra de Torga tem um carácter humanista: criado nas serras trasmontanas, entre os trabalhadores rurais, assistindo aos ciclos de perpetuação da Natureza, Torga aprendeu o valor de cada homem, como criador e propagador da vida e da Natureza: sem o homem, não haveria searas, não haveria vinhas, não haveria toda a paisagem duriense, feita de socalcos nas rochas, obra magnífica de muitas gerações de trabalho humano. Ora, estes homens e as suas obras levam Torga a revoltar-se contra a Divindade Transcendente a favor da imanência: para ele, só a humanidade seria digna de louvores, de cânticos, de admiração: (hinos aos deuses, não/os homens é que merecem/que se lhes cante a virtude/bichos que cavam no chão/actuam como parecem/sem um disfarce que os mude).
Para Miguel Torga, nenhum deus é digno de louvor: na sua condição omnisciente é-lhe muito fácil ser virtuoso, e enquanto ser sobrenatural não se lhe opõe qualquer dificuldade para fazer a Natureza - mas o homem, limitado, finito, condicionado, exposto à doença, à miséria, à desgraça e à morte é também capaz de criar, e é sobretudo capaz de se impor à Natureza, como os trabalhadores rurais trasmontanos impuseram a sua vontade de semear a terra aos penedos bravios das serras. E é essa capacidade de moldar o meio, de verdadeiramente fazer a Natureza mau grado todas as limitações de bicho, de ser humano mortal que, ao ver de Torga fazem do homem único ser digno de adoração.
Considerado por muitos como um avarento de trato difícil e carácter duro, foge dos meios das elites pedantes, mas dá consultas médicas gratuitas a gente pobre e é referido pelo povo como um homem de bom coração e de boa conversa.
Tenho muito orgulho lembrar aqui Torga, grande vulto das letras portuguesas e socilalista distinto, homem das giestas e das fragas como eu.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A Finalmente a Criminalidade Violenta Foi Castigada.




Justiça: DIAP de Lisboa concluiu que agente da PSP agiu "em legítima defesa" ao disparar contra assaltante do BES


O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa concluiu que o agente da PSP que disparou mortalmente contra um dos assaltantes a uma agência do BES em Agosto de 2008 o fez "em legítima defesa", pelo que, nesta parte, arquivou os autos.
"Relativamente ao assalto ao Banco Espírito Santo (BES) ocorrido a 07 de Agosto de 2008, com a morte de um dos assaltantes, o DIAP de Lisboa concluiu o inquérito, tendo, no que respeita a essa morte, resultante do uso de armas de fogo pela Polícia de Segurança Pública, concluído pela verificação de causas de justificação, nomeadamente a legítima defesa, dada a proporcionalidade, adequação e necessidade do uso dessas armas pela PSP em relação à gravidade da actuação dos assaltantes, pelo que nessa parte determinou o arquivamento dos autos", refere o DIAP numa "informação" enviada à Lusa.
O DIAP de Lisboa acrescenta que "foi deduzida acusação contra o arguido detido, pelos crimes de roubo qualificado na forma tentada, sequestro e detenção de arma proibida".
TQ.

Lusa

AS" Bujardas" de Goerge Bush...




E pensar que homem esteve à frente da mais poderosa nação do planeta, que perda de energias, e de vidas para o Mundo.

Vai pela Sombra...




Foi Um Milagre...

Piloto do Airbus 320 considerado herói

O piloto já é considerado um herói. Numa manobra arriscada conseguiu aterrar um Airbus A 320, em pleno rio Hudson, Nova Iorque.No aparelho, seguiam cento e cinquenta e cinco pessoas e todas sobreviveram.A palavra mais repetida para classificar o feito é milagre.

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=382826&tema=31

A Fiar...


Sabores

http://videos.sapo.pt/ILmRJWJrezUTbC54zKZQ

Bolo de Chocolate

Ela Vai Voltar, Para Nosso Contentamento