segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Para o Meu Amigo J.C.

Caro amigo, é só para ver o VW, Está ?

Nâo Sei o Vou Vestir Amanhã Com o Frio Que Vai Estar.


Isto é Que é Amizade


Vem Aí o Frio


Mau Tempo: Portugueses vão tremer de frio nos próximos dias

Os portugueses vão tremer de frio esta semana com as temperaturas a baixarem para valores negativos nas regiões do interior e a aproximarem-se do zero no litoral, segundo as previsões do Instituto de Meteorologia (IM).
A noite passada já deu alguns sinais do que se espera para os próximos dias, com os termómetros a marcar menos de zero no interior e no nordeste transmontano, mas o pior ainda está para vir, adiantou o meteorologista Pedro Reis Vieira à Agência Lusa.
Em Lisboa, as temperaturas mínimas podem descer para -2 graus centígrados na quinta e na sexta-feira, de acordo com a previsão elaborada por modelos numéricos, e segundo as expectativas dos meteorologistas não devem ultrapassar quatro graus na quarta-feira.
Quanto às máximas, vão manter-se positivas face às previsões de céu pouco nublado ou limpo em todo o país, a partir da tarde de terça-feira.
Pedro Reis Vieira afirmou que as temperaturas vão estar abaixo da média desta época e salientou que o aviso amarelo (situação meteorológica de risco para algumas actividades) deve ser activado terça-feira para todo o país.
"Nalguns distritos pode vir a ser activado o aviso laranja, mas ainda é cedo para saber. São situações que vamos acompanhar no dia a dia", sublinhou.
RCR.

A Demagogia do PSD.

Lisboa: Distrital do PSD recomenda viabilização do orçamento municipal.

A distrital de Lisboa do PSD recomendou aos deputados municipais que viabilizem terça-feira, abstendo-se, o orçamento da Câmara da capital para 2009, disse à Lusa o líder daquela estrutura social-democrata, Carlos Carreiras.
"O doutor António Costa o que mais queria era que o PSD lhe chumbasse o orçamento para se poder desculpar das suas incapacidades e incompetências", defendeu o presidente da distrital social-democrata.
O orçamento da autarquia lisboeta para 2009, de 643 milhões de euros, foi aprovado em reunião do executivo municipal em Dezembro com o voto contra dos vereadores sociais-democratas, o que indiciou um possível chumbo na Assembleia Municipal, onde o PSD está em maioria absoluta.
Carlos Carreiras revelou que a distrital elaborou uma recomendação à bancada do PSD na Assembleia Municipal para que os deputados se abstenham e reafirmem as críticas ao orçamento que o dirigente social-democrata considera "tecnicamente errado", "demagógico e eleitoralista", que "agravará a situação económico-financeira da cidade".
Contactado pela Lusa, o líder da bancada do PSD, Saldanha Serra, escusou-se a avançar o sentido de voto dos deputados, alegando que o grupo municipal ainda vai reunir-se antes do plenário da Assembleia para concertar uma posição final.
O líder da distrital contesta o orçamento, que, defende, assenta num "aumento brutal de receitas", nomeadamente Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e Imposto Municipal sobre Transacções (IMT), bem como da participação em empresas municipais.
Carlos Carreiras sublinhou igualmente que o orçamento "aumenta as despesas", embora, refira, apenas 30 por cento seja um aumento de despesas de investimento e os restantes 70 por cento sejam despesas correntes.
"Vão cumprir as despesas porque é um ano eleitoral, o que vai agravar a situação financeira da Câmara", afirmou, considerando que desde que o actual executivo tomou posse "a situação financeira está pior ou igual".
Carlos Carreiras contesta os números do pagamento da dívida da autarquia que foram divulgados pelo presidente da Câmara, segundo os quais a autarquia já tinha pago 180 milhões de euros de dívidas.
"Esses 180 milhões são contratos de `factoring` com grandes credores, muito mais caros que um contrato de funcionamento. O doutor António Costa diz que já pagou 180 milhões de euros de dívidas, mas não pagou nada", argumentou.
O líder da distrital insistiu que a situação financeira do município "não decorre da gestão PSD, o PSD já a recebeu e minorou-a".
Durante o mandato de Pedro Santana Lopes, candidato social-democrata às eleições autárquicas, os partidos de esquerda na Assembleia Municipal chumbaram um orçamento, vendo-se o então presidente de Câmara obrigado a governar com duodécimos.
Lusa
Primeiro. o PSD ameaçou a inviblização do orçamento camarário, agora deu uma de trezentos e sessenta graus.Só demontra a demagogia que reina por ali. Até aposto que esta mudança de posição já tem a mão de Pedro Santana Lopes, o demagogo-mor da politica nacional.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Isto Faz-me Lembrar Alguém de um Certo Partido Ali para à Lapa

Escapadidinhas.






Alberto João Foi Fazer Queixinhas ao Chefe.

Madeira: Jardim escreveu a Cavaco pedindo apoio para resolver problemas com Governo.

O chefe do executivo madeirense, Alberto João Jardim, apelou à colaboração institucional do Presidente da República para minimizar os efeitos das medidas do Governo central que, na sua opinião, têm prejudicado a região.
"Apelo, em nome da Estabilidade e da Coesão Territorial, para a necessidade de, com urgência, serem tomadas medidas que minimizem os efeitos na economia regional dessas acções, que apenas têm explicação no campo das acções político-partidárias, que não deveriam, nunca, nortear o relacionamento institucional entre Instituições Democráticas", escreveu Jardim numa carta enviada a 30 de Dezembro a Cavaco Silva cuja cópia foi facultada à agência Lusa pelo gabinete da presidência do Governo Regional.
Na missiva, Jardim critica a "insensibilidade" do Governo de José Sócrates e solicita que o Presidente da República exerça os seus poderes de influência.
Passados cerca de dois anos desde a entrada em vigor da nova da Lei de Finanças das Regiões Autónomas, num contexto de crise internacional, "em que é exigido a quem governa a conjugação de todos os esforços no sentido de evitar danos maiores na economia", são "manifestos os malefícios advenientes dessa Lei para esta Região Autónoma, que a impede de tomar as medidas consentâneas com a actual conjuntura", realça.
"Actualmente, a região está confrontada com a situação inédita de ter de respeitar um limite de endividamento nulo, que tem de ser gerido em simultâneo com uma redução de receitas e com um aumento de despesas obrigatórias", escreve Jardim.
O líder do PSD/Madeira explica que "em 2009, a região terá de lidar com uma perda de receitas na ordem dos 62,7 milhões de euros e com um acréscimo de despesas de cerca de 20 milhões de euros, exclusivamente por decisões decorrentes de medidas impostas pelo Governo da República", resumindo que "no final do próximo ano, as perdas directas acumuladas desde 2007 serão superiores a 200 milhões de euros".
Jardim considera ainda "absurdo" que a Madeira tenha de pagar seis milhões com a "aplicação de uma taxa pela utilização dos serviços fiscais do Estado, que surge depois da regionalização" desses mesmos serviços, "em clara violação do princípio da regionalização de consagrado no Estatuto Político-Administrativo da região".
Com estas medidas "altamente penalizadoras", o Produto Interno Bruto da região tem uma "taxa de crescimento da riqueza regional tenha sido inferior à taxa média de crescimento do País", argumenta Jardim.
Para Jardim "é tão urgente como fundamental", a resolução dos assuntos pendentes, dando prioridade à aplicação na região das medidas de âmbito nacional de combate à recessão económica, designadamente aquelas dirigidas às empresas e às famílias suportadas pelo Orçamento do Estado ou o financiamento de Projectos de Interesse Comum como o novo Hospital Central do Funchal.


Lusa