PSD: opositores internos prometem continuar com as críticas
Os opositores internos no PSD prometem continuar com as críticas à actual líder do partido, Manuela Ferreira Leite, uma vez que, no entender de Luis Filipe Menezes, é dever de um militante denunciar quando as coisas estão mal. Já Pedro Passos Coelho, promete voltar a avançar para a liderança do partido, caso as «coisas estejam suficientemente mal».
Apesar de 2009 se apresentar como um ano eleitoral, para o qual estão agendadas três eleições, Luis Filipe Menezes assume-se, em declarações à TSF, como um «espectador comprometido e livre com a democracia e militância de um partido e com a obrigação de um militante de denunciar quando as coisas estão francamente mal».
Defendendo não ser muito útil realizar um congresso do partido, uma vez que este não é electivo, o anterior líder do PSD garante que «da minha parte não haverá um passo quer seja no sentido de convocar o que quer que seja ou de mobilizar para qualquer alteração da direcção do partido».
Se Manuela Ferreira Leite decidir entrar na corrida a São Bento, o autarca de Gaia promete ajudar, embora diga já não ter «idade nem capacidade atlética para um esforço tão grande, porque vai ser uma missão muito difícil levar a dra. Ferreira Leite a primeira-ministra».
Já outro dos adversários de Ferreira Leite na última corrida à liderança do partido, Pedro Passos Coelho, afirma, também à TSF, que o «país não pode ficar à espera do PSD e o PSD não pode olhar para dentro de si próprio quando precisa de ser útil ao país».
Embora defendendo que o partido não pode estar constantemente na iminência de congressos ou novas lideranças, Passos Coelho avisa que, quando as «coisas estiverem suficientemente mal para ter de reabrir a liderança interna eu próprio irei».
No entanto, quanto à possibilidade de Manuela Ferreira Leite avançar com uma candidatura a primeiro-ministro, já em 2009, o ex-líder da JSD não tem dúvidas: «Manuela Ferreira Leite é a presidente do PSD. É a sua obrigação apresentar-se ao país como candidata a presidente do país».
Público
Meu uivo é o lamento da escuridão É o som da tristeza que corta a noite Mas não é só dor A razão do meu canto Esperança ainda guardo Pois se meu uivo alcança o céu É teu o nome que eu chamo.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Leia Que lhe Pode Ser Útil.
Extracto de sementes de uva pode combater cancro do sangue
Um extracto de sementes de uva pode destruir células cancerígenas de leucemia, indica um estudo americano. Segundo os investigadores, a substância leva as células de cancro a 'cometer suicídio' Um estudo norte-americano descobriu que um extracto de sementes de uva pode destruir células cancerígenas, abrindo novas investigações para uma possível cura para alguns tipos de cancro.
Segundo os investigadores, o extracto de uva foi usado em células de leucemia, cancro que afecta o sangue, que depois 'cometeram suicídio'.
Em apenas 24 horas, 76% das células cancerígenas morreram, enquanto que as células não afectadas pela doença ficaram intactas.
O estudo abre a possibilidade de surgirem novos tratamento para o cancro, mas alerta para que as pessoas não comecem a ingerir uvas na esperança de afastarem o cancro.
As sementes de uva contêm várias propriedades antioxidantes, incluindo uma susbstância, o resveratrol, que já era conhecido como substância anti-cancerígena.
Investigações anteriores tinham já concluido que o mesmo extracto poderia ser benéfico para cancros de pele, peito, intestinos, pulmões, estômago e próstata.
No entanto, esta é a primeira vez que a Universidade do Kentucky, que fez a investigação, teve os mesmos resultados em células cancerígenas do sangue.
SOL
Um extracto de sementes de uva pode destruir células cancerígenas de leucemia, indica um estudo americano. Segundo os investigadores, a substância leva as células de cancro a 'cometer suicídio' Um estudo norte-americano descobriu que um extracto de sementes de uva pode destruir células cancerígenas, abrindo novas investigações para uma possível cura para alguns tipos de cancro.
Segundo os investigadores, o extracto de uva foi usado em células de leucemia, cancro que afecta o sangue, que depois 'cometeram suicídio'.
Em apenas 24 horas, 76% das células cancerígenas morreram, enquanto que as células não afectadas pela doença ficaram intactas.
O estudo abre a possibilidade de surgirem novos tratamento para o cancro, mas alerta para que as pessoas não comecem a ingerir uvas na esperança de afastarem o cancro.
As sementes de uva contêm várias propriedades antioxidantes, incluindo uma susbstância, o resveratrol, que já era conhecido como substância anti-cancerígena.
Investigações anteriores tinham já concluido que o mesmo extracto poderia ser benéfico para cancros de pele, peito, intestinos, pulmões, estômago e próstata.
No entanto, esta é a primeira vez que a Universidade do Kentucky, que fez a investigação, teve os mesmos resultados em células cancerígenas do sangue.
SOL
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Serviço Publico
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Segurança. Previsões de Pinto Monteiro são pessimistas Em jeito de previsão às portas do novo ano, o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, vaticina: a criminalidade violenta pode aumentar em 2009. Em entrevista àTVI, o titular da investigação criminal alertou para o facto de o novo ano poder trazer um aumento da criminalidade violenta. As razões? a conjugação de dois factores: desemprego e exclusão social. Nesta mesma entrevista, o procurador--geral da República manifesta a sua preocupação face a um tipo de crime específico: o económico- como a corrupção, branqueamento de capitais, desvio de fundos, fraude fiscal ou peculato - aquele que considera o mais difícil de combater. Ainda assim, Pinto Monteiro mostra-se esperançado que o Ministério Público obtenha melhores resultados ao longo do próximo ano. No dia 19 deste mês, o PGR alertou, na Assembleia da República, para a falta de preparação do Ministério Público para lidar com esta criminalidade económica e financeira. Por outro lado, prometeu igualmente resolver rapidamente o caso BPN, porque, disse, não gosta de megaprocessos. Falando perante os elementos da Comissão Parlamentar do Orçamento e Finanças, Pinto Monteiro afirmou que o Ministério Público "não está preparado nem especializado para lidar com este crime", devido à complexidade deste tipo de criminalidade, ao mesmo tempo que apelou a uma maior articulação entre o Ministério Público e as entidades de supervisão, nomeadamente, Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal, para lidar com esta forma de crime. O PGR desafiou ainda os deputados a alterarem a lei, facilitando a colaboração entre o Ministério Público e os supervisores, e tornando-a mais estreita, de forma a que o sentimento de impunidade seja menor. Só nos primeiros seis meses de 2008, os dados relativos à criminalidade violenta - revelados no Relatório de Segurança Interna deste ano - apontam para um aumento de 10% face a igual período do ano anterior, sendo que é nos assaltos a bancos, carros e a postos de combustível que este aumento é mais notório. A criminalidade violenta e grave diminuiu 10,5% no ano passado relativamente a 2006, apesar de o carjacking ter subido 34%. Registou-se, assim, um decréscimo de 2587 crimes violentos e graves em 2007, quando comparado com 2006, enquanto o número de casos de carjaking (roubo violento de veículos na presença do condutor) subiu de 365 em 2006 para 488 no ano passado.
Em Que é Ficamos ?

Partido começou por votar favoravelmente
Luís Filipe Menezes diz ter garantido a Cavaco que o PSD não aprovaria o Estatuto dos Açores
30.12.2008 - 11h17 LusaO ex-líder do PSD, Luís Filipe Menezes, revelou hoje à Lusa ter garantido a Cavaco Silva que o partido não aprovaria o Estatuto Político-Administrativo dos Açores e que Paulo Rangel foi encarregado da argumentação para sustentar essa posição.“Como líder do PSD, dei uma opinião cem por cento de acordo com o Presidente da República e disse [a Cavaco Silva] que o PSD nunca votaria favoravelmente o estatuto”, afirmou o ex-líder social-democrata.Nesse sentido, acrescentou que “foi encomendada ao deputado Paulo Rangel (actual líder parlamentar do PSD) a argumentação” para sustentar o voto contra do partido.“Saí da liderança do partido e, 15 dias depois de Manuela Ferreira Leite ter assumido a presidência do PSD, o partido votou favoravelmente o estatuto dos Açores”, salientou. Para Menezes, “é escusado [Manuela Ferreira Leite] vir agora com hipocrisias, dizendo que estava distraída”. “Era a sua posição, deve assumir”, frisou.“Uma situação inqualificável”Nas declarações que hoje prestou à Lusa, Luís Filipe Menezes considerou que o Presidente da República “tem muita razão”, considerando a questão do Estatuto Político-Administrativo dos Açores “uma situação inqualificável”.“A existência de uma blindagem para que as alterações ao estatuto apenas possam ser feitas com base numa iniciativa do parlamento regional é inaceitável na democracia portuguesa”, defendeu. Nesse sentido, admitiu que, se estivesse no lugar de Cavaco Silva, “talvez fosse mais longe na dureza da linguagem”.O Presidente da República, numa mensagem aos portugueses apresentada ontem à noite, considerou que o Estatuto Político-Administrativo dos Açores tem normas “absurdas”, é “um revés” para a “qualidade da democracia” e “afecta o normal funcionamento das instituições”.“O que está em causa é o superior interesse do Estado”, declarou Cavaco Silva, numa declaração lida no Palácio de Belém, onde também anunciou ter promulgado o diploma aprovada há dez dias por larga maioria no Parlamento, com a abstenção do PSD, depois do seu veto em Outubro.
Público
Se o PSD votou três vezes, e aceitou o seu sentido de voto, então afinal quem manda no partido? Manuela Ferreira Leite, Paulo Rangel, que grande tarpalhada para ali vai, ser o antigo líder a decidir o sentido de voto do partido?
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