Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalho. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Peço desculpa estive a trabalhar.



Foram dias muito cansativos, não estive outra vez em NY, não senhor! (Era bom, não era?) não estive estes últimos dias a trabalhar que nem um cão.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

Os custos da democracia



Parlamento: Empresários pedem alterações na legislação
Eleições ficam caras às empresas.


As campanhas eleitorais para a Assembleia da República, o Parlamento Europeu e as autarquias locais, que irão decorrer entre Junho e Outubro deste ano, vão custar, em média, às empresas 180,5 milhões de euros em salários. Tudo porque é necessário pagar aos cerca de cem mil candidatos (entre efectivos e suplentes), que irão participar em acções de campanha para aquelas três eleições. Com tamanha despesa num ano em que as empresas estão asfixiadas pela forte crise económica, a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) apresentou ao Governo uma proposta que, sendo acolhida, permitirá reduzir as despesas com ordenados para 59,8 milhões de euros, menos 67 por cento.
O diagnóstico da CIP, que resulta de um trabalho conjunto com a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) e Confederação do Turismo de Portugal (CTP), deixa claro que 'as confederações patronais estimam que os custos com os salários a pagar durante as campanhas eleitorais aos seus trabalhadores que sejam candidatos às eleições variem entre 144,8 e 216,4 milhões de euros.' Por isso, a despesa média ascende a 180,5 milhões de euros.
Os custos são identificados em cada uma das campanhas: como todos os actos eleitorais implicam a dispensa do trabalho durante 30 dias com remuneração paga na íntegra, as autárquicas, que envolvem milhares de candidatos, custam às empresas uma média de 178,8 milhões de euros em salários; as legislativas, que têm muito menos candidatos, implicam despesas com pessoal de quase 1,5 milhões de euros, e as europeias, ainda com menos candidatos, custam cerca de 154 mil euros .
Como estes encargos resultam do regime das leis orgânicas das eleições, que se sobrepõe ao Código do Trabalho, a CIP defende que, através de uma alteração legislativa, seja estabelecido que as empresas pagem um salário relativo a um terço do período de duração da mesma campanha eleitoral, como já prevê o Código do Trabalho. A participação nas campanhas mantém-se intocável.

Cm



Não compreendo o patronato, então querem só pagar um terço do salário (já de si magrissímo) enquanto decorrer as várias eleições este ano. Há que dizer a este patronato que as eleições são a base da democracia, (eu precebo este Van Zeller )(um homem em que a familía sempre esteve ligada ao Salazarismo e à exploração dos trabalhadores) democracia essa que lhes permite atravéz desses mesmos eleitos, estarem a receber milhares e milhares de euros para fazer face à crise financeira instalada, a qual os trabalhadores não contribuiram para nada em qualquer tipo de especulação financeira e exportação de divisas para paraísos fiscais. Enfim temos aquilo que merecemos, um patronato cada vez mais explorador e bafiento.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Alguém Acredita?


Autoeuropa vai dispensar 254 trabalhadores

A Autoeuropa prepara-se para dispensar 254 trabalhadores contratados através de agências de trabalho temporário, até ao dia 20 de Fevereiro. Em declarações à TSF, o porta-voz da Comissão de Trabalhadores adiantou que ainda foram apresentadas duas propostas para evitar os despedimentos, mas ambas foram recusadas.
O porta-voz da Comissão de Trabalhadores, António Chora, adiantou à TSF as propostas que apresentou e que foram recusadas pela administração da fábrica em Palmela.
«[Propusemos] manter os níveis de produção no primeiro trimestre conforme estavam previstos no final do ano de 2008, na produção máxima possível, e depois ver como as coisas corriam ao longo do ano e dávamos a alternativa de os trabalhadores ficarem cá e nos dias de paragem, que se avizinham, para poderem utilizar a formação subsidiada pelo IEFP, para adquirirem novas valências», revelou.
«[Mas] isso também não foi aceite porque a empresa diz que já tentou isso em 2006/2007 e que o IEFP dificilmente subsidia formação para trabalhadores de agências de trabalho temporário», afirmou António Chora.
O porta-voz da Comissão de Trabalhadores considera ainda que a «dispensa de trabalhadores temporários leva só por si a uma redução da produção no primeiro trimestre, com implicações claras nas exportações».
No entanto, António Chora considera que não está totalmente afastada a hipótese destes trabalhadores, agora dispensados, serem readmitidos quando se registar uma nova subida da produção.
«A administração adiantou, como sempre adianta, a possibilidade de em caso de haver uma subida da produção de os vir a readmitir», referiu o porta-voz da Comissão de Trabalhadores da fábrica de Palmela.
Ainda em comunicado, os representantes dos trabalhadores referem que «não podem deixar passar em claro que com medidas destas o acordo fechado em Dezembro entre o Governo e o sector (produção e fornecedores do ramo automóvel)», para manter um sector fundamental para as exportações e de elevada empregabilidade, «não está a ser cumprido».
Recorde-se que já em Novembro, mais de 200 trabalhadores da Autoeuropa contratados a agências de trabalho temporário receberam uma carta a indicar que seriam
dispensados