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sábado, 30 de janeiro de 2010

Finalmente temos um presidente de câmara que não perdoa.


Lisboa: António Costa diz ser "essencial" que não haja desculpas na repressão ao crime urbanístico
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa disse hoje ser "essencial não haver desculpas" para reprimir as ilegalidades urbanísticas, mas admitiu não conhecer tecnicamente as propostas do BE e do CDS-PP para a criação da figura de crime urbanístico.
"Acho que é essencial não haver desculpas para a repressão de ilegalidades que causam grandes danos irreparáveis a bens públicos como são vários dos delitos urbanísticos. Se passa pela criminalização, é uma opção técnica, mas se for necessário, que se faça", defendeu António Costa, em declarações à Lusa, à margem da inauguração do jardim Bordallo Pinheiro, no Museu da Cidade de Lisboa.
Quinta feira, no conjunto de propostas em discussão na Assembleia da República, no âmbito do combate à corrupção, estavam dois projetos de lei do CDS-PP e do Bloco de Esquerda (BE) para a criação do crime urbanístico, propondo a punição dos técnicos e decisores políticos que conscientemente violassem os instrumentos de ordenamento do território.
António Costa admitiu não conhecer tecnicamente as propostas, mas sublinhou a necessidade de "não haver desculpas na repressão que deve ser feita relativamente a todas as ilegalidades urbanísticas".
"Se passa por aí [pela criminalização], excelente", rematou.

Lusa

Finalmente existe alguém que vai dar caça aos "patos bravos" que enxameiam esta cidade, com crimes de lesa património e, muitas das vezes com enriquecimento ílicito, todos nós conhece-mos um ex-presidente da CML, que se preparava para fazer mais alguns, caso fosse eleito. Agora é preciso passar à prática, sr. presidente.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Lisboa, menina e moça.



A esta Lisboa que eu "bebo" e me deito, amor da minha vida.

terça-feira, 12 de maio de 2009

sábado, 9 de maio de 2009

Já está pronto o projecto para o novo Terreiro do Paço.


Desenho do arquitecto Bruno Soares
Novas imagens do futuro Terreiro do Paço já foram apresentadas


É uma praça cor de terra, com losangos, aquela que o arquitecto Bruno Soares desenhou para a Sociedade Frente Tejo e apresentou à Câmara de Lisboa para a renovação do Terreiro do Paço.O projecto foi hoje finalmente dado a conhecer, depois de ter sido mantido em segredo durante mais de um mês, e inclui um substancial alargamento dos passeios e grandes restrições à circulação automóvel. A calçada à portuguesa desaparece do local, enquanto o Cais das Colunas surge transformado numa plataforma circular.Até ao final do séc. XIX, o Terreiro do Paço não estava pavimentado: era, como o nome indica, uma praça de terra. Foi essa memória que Bruno Soares quis manter no trabalho que desenvolveu para a Sociedade Frente Tejo. A cor das fachadas dos edifícios mantém-se igual. Depois há um corredor de pedra que marca o caminho entre o arco da Rua Augusta e o rio - e que tem sido até agora, nas apresentações restritas que o arquitecto tem feito do seu projecto, o aspecto mais contestado. Há quem diga que divide desnecessariamente a praça ao meio. “Isto não é nenhuma passadeira esquisita. É um passeio em pedra em direcção ao Cais das Colunas”, disse hoje Bruno Soares em defesa da sua dama. Alargados, os passeios laterais da praça servirão para albergar esplanadas. Ali, o pavimento será de lioz e terá desenhadas umas linhas desencontradas que correspondem às rotas de navegação dos portugueses no séc. XVI tal como aparecem nas cartas da época. Para os peões há boas notícias: de acordo com os dados fornecidos ontem, a área destinada à circulação automóvel passará dos actuais 40 por cento da praça para 11%. Se for por diante o novo plano de circulação rodoviária gizado pela Câmara de Lisboa, os veículos particulares apenas poderão circular paralelamente ao rio, ou seja, no troço entre a Av. Infante D. Henrique e a Av. da Ribeira das Naus, ficando proibidos de aceder ao Terreiro do Paço pelas perpendiculares ao Tejo, nomeadamente pela Rua da Prata. E mesmo aqui com restrições de velocidade. As cinco faixas de rodagem que hoje existem na Ribeira das Naus serão reduzidas a duas. Os transportes públicos serão desviados para a Rua do Arsenal e para a Rua da Alfândega, por forma a não cruzarem a praça. Os únicos veículos que serão autorizados a parar nela serão os eléctricos. A remodelação do Terreiro do Paço tem de ficar pronta a tempo das comemorações do centenário da República, que se realizam em Outubro do ano que vem. E embora o projecto ontem apresentado seja aquele que, em princípio, irá por diante, ele poderá vir incorporar sugestões ou alterações sugeridas por todos aqueles que quiserem participar neste debate. Os desenhos serão colocados no site da Sociedade Frente Tejo a partir do próximo dia 12. O presidente desta entidade, o arquitecto Biencard Cruz, comprometeu-se ontem a “promover o envolvimento dos cidadãos” - “porque a praça é de todos, e não apenas dos especialistas” em urbanismo e arquitectura. Bruno Soares explicou que os 3,5 hectares da Praça do Comércio - um tamanho bem maior do que o de outras praças de referência europeias, como a Plaza Mayor, em Madrid, ou a praça central de Bruxelas - não permitem criar no seu centro, desabrigado e exposto ao Tejo, uma zona de estar. Por isso é que as esplanadas foram remetidas para debaixo das arcadas e respectivos passeios adjacentes. Orçada em 8,5 milhões - verba que inclui a consolidação do torreão poente -, a reabilitação da praça inclui a alteração da iluminação nocturna.Sobreelevação da placa central pode prejudicar vistas dos transeuntesQuem olha para as imagens divulgadas hoje não se apercebe do pormenor. Só usando a lupa no computador se conseguem ver os degraus entre a parte da placa central da Praça do Comércio mais próxima do rio e a estrada que corre paralela ao Tejo. Especialista em urbanismo, a vereadora da Câmara de Lisboa Margarida Saavedra, do PSD, teme que a sobreelevação da praça do lado sul seja o principal problema deste projecto. É que essa sobreelevação terá perto de um metro de altura - o que, no seu entender, poderá prejudicar as vistas da praça de todos os que dela se aproximarem vindos do lado do Cais do Sodré, do lado de Santa Apolónia ou mesmo do rio,porque ficarão num plano mais baixo. “Com a criação desta barreira, a comunhão que existe entre a cidade e o rio desfaz-se”, avisa a autarca. “Enquanto este aspecto não for devidamente explicado pela Sociedade Frente Tejo tenho as maiores dúvidas sobre esta intervenção prevista no Terreiro do Paço”. Na apresentação do projecto que fez hoje, o seu autor, o arquitecto Bruno Soares, disse que o cais das colunas ficará 75 centímetros mais baixo do que a plataforma central do Terreiro do Paço. “Na zona em que surge sobreelevada a placa central ficará ao nível da cintura do peão”, refere a vereadora do PSD, que diz já ter pedido explicações a Bruno Soares. “E quem ali passa de carro também verá as suas vistas comprometidas. Tal como quem chega de cacilheiro ou nos navios de cruzeiro”. Neste momento, a praça não é propriamente plana - apresenta-se abaulada nas laterais -, mas a sua placa central não tem quaisquer desníveis ou degraus. “Asobreelevação cria, sobretudo junto aos torreões do Terreiro do Paço, uma perspectiva totalmente diferente da que existe hoje”, repete a vereadora. Sobreeelevada, desta vez em relação à placa central, vai ficar também a estátua de D. José: Bruno Soares desenhou três degraus que a fazem destacar-se do chão.O projecto - incluindo as restrições ao trânsito a ele associadas - deverá ser discutido ainda este mês na Câmara de Lisboa. Mas o parecer da autarquia não é vinculativo, uma vez que se trata de uma obra a cargo da administração central. “Queremos que os peões prevaleçam sobre o automóvel”, disse ontem Bruno Soares. “Entre Santa Apolónia e a 24 de Julho vai ter de se andar devagar.

Público

terça-feira, 28 de abril de 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Coligação PPD/PSD CDS à CML




Santana Lopes: PSD e CDS-PP em coligação para Lisboa

PSD e CDS-PP fecharam já o acordo de constituição de uma coligação autárquica para a candidatura de Pedro Santana Lopes à Câmara Municipal de Lisboa, disse hoje à Lusa fonte próxima do antigo primeiro-ministro.
Fonte envolvida no processo adiantou à Agência Lusa que o acordo entre PSD e CDS-PP foi estabelecido com a garantia de que a coligação não teria oposição por parte das direcções nacionais dos dois partidos.
Pedro Santana Lopes foi anunciado em Dezembro do ano passado pela Comissão Política Nacional do PSD como o candidato do partido à presidência da Câmara Municipal de Lisboa.
A coligação autárquica para a sua candidatura deverá incluir também o PPM e o MPT.
Formalmente, a coligação autárquica terá de ser proposta pelas estruturas locais do PSD e CDS-PP às respectivas direcções nacionais.
O ex-primeiro-ministro e ex-presidente do PSD Pedro Santana Lopes é candidato pela segunda vez ao cargo de presidente da Câmara Municipal de Lisboa. A apresentação pública da sua candidatura está marcada para o próximo sábado, dia 25 de Abril.
Nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001 candidatou-se e venceu as eleições para a presidência Câmara Municipal de Lisboa, ficando no cargo até 2004, quando foi chamado a substituir Durão Barroso na liderança do PSD e do Governo.
Na sequência da queda do seu Governo e da derrota do PSD nas eleições legislativas de Fevereiro de 2005, Santana Lopes regressou à presidência da Câmara Municipal .
Público
Finalmente e de mansinho Pedro Santana Lopes que tanto mal fez a Lisboa enquanto esteve no poder na CML, uniu-se à direita populista e demagógica para tentar mais do mesmo, finalmente como ele próprio refere "está com a sua gente".

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Ele é anda por aí, e nós é que pagamos.


Lisboa
Costa pede desculpa por obras inacabadas de Santana Lopes


O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), pediu hoje desculpa pelo atraso na conclusão de empreitadas lançadas durante a presidência de Pedro Santana Lopes, considerando que são uma «lição do que não pode acontecer no futuro»
António Costa entregou hoje as chaves às oito famílias residentes nos números 28 a 36 da Rua do Recolhimento, no Castelo, após a realização de obras coercivas pela autarquia.
Estas obras inserem-se nas mega-empreitadas de reabilitação urbana lançadas em 2003 e 2004, em bairros históricos como o Castelo e Alfama, muitas das quais paradas há vários anos por falta de verbas.
«Começo por pedir desculpa pela demora que tiveram que passar e pela forma como o processo decorreu. Não era eu o presidente da Câmara, mas acho que o presidente da Câmara deve ser e é responsável pelo que aconteceu ao longo dos anos» , disse António Costa, dirigindo-se aos moradores que receberam hoje as chaves para regressarem às suas casas.
Sem nunca mencionar o nome do antigo presidente da Câmara e actual candidato do PSD à autarquia Pedro Santana Lopes, Costa afirmou que «o que aconteceu deve ser uma lição do que não pode acontecer no futuro».
Segundo o autarca, as empreitadas foram lançadas «sem projecto», e sem que a autarquia tivesse os «meios para o fazer».
O resultado, sublinhou António Costa, foram empreiteiros que faliram, obras paradas e centenas de pessoas realojadas, realojamentos que custam à autarquia um milhão de euros anualmente.
Em ano e meio, a Câmara resolveu 72 dessas situações, permanecendo ainda por concluir as obras em fogos onde residiam cerca de 180 agregados familiares.
«As obras não podem ser só slogans, em cartazes muito bonitos, têm que ter um princípio, um meio e um fim» , declarou.
Para finalizar as empreitadas lançadas em 2003 e 2004, o presidente da Câmara considera que «é muito importante que a Assembleia Municipal possa aprovar o programa» de reabilitação urbana que passa pela contratação de um empréstimo de 120 milhões de euros.
O empréstimo foi aprovado em Câmara, mas os vereadores do PSD votaram contra, o que indicia um possível chumbo na Assembleia Municipal, onde os sociais-democratas têm maioria.
«Tenho muita confiança e muita esperança que, tal como aconteceu na Câmara, a Assembleia Municipal venha a viabilizar este programa» , disse.
Para António Costa, o empréstimo é não só necessário para concretizar o programa de reabilitação urbana, como constitui uma oportunidade de «reanimar a economia», ao impulsionar as pequenas e médias empresas de construção civil e criar emprego.
Lusa / SOL

E ainda vai-se candidatar novamente, francamente é preciso descaramento.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

PCP está a dar espaço à direita.


Jerónimo de Sousa afasta possibilidade de coligação à esquerda
O líder do PCP afastou hoje a possibilidade de uma coligação de partidos de esquerda nas próximas eleições autárquicas em Lisboa, tal como proposto numa petição assinada por um conjunto de personalidades, entre as quais José Saramago
«O PCP tem uma coligação, a CDU, e é nesse quadro que vai concorrer. As coligações, os entendimentos e os acordos não se fazem na partilha de lugares. Tem-se sempre como primeira condição a política, a autárquica no caso concreto. Daí que não seja de encarar a possibilidade de um entendimento neste quadro pré-eleitoral», disse Jerónimo de Sousa.
Para o dirigente comunista, que hoje se reuniu com a direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas, é necessário definir previamente «políticas e propostas concretas» e só depois «estabelecer possíveis entendimentos».
«Geralmente o PS põe as coisas ao contrário: primeiro discutir a partilha de lugares e de poder e a política logo se vê. O PCP não faz isso», salientou.
Para o próximo dia 13 está prevista a apresentação de uma petição defendendo uma coligação de esquerda em Lisboa, documento que deverá ser subscrito por personalidades como o prémio Nobel da Literatura e membro da lista das CDU às eleições europeias José Saramago e o fadista Carlos do Carmo.
O presidente da Câmara de Lisboa, o socialista António Costa, já reiterou a sua «total abertura» para entendimentos com os partidos de esquerda.
No final da visita, Jerónimo de Sousa defendeu ainda a necessidade de serem criadas «condições mínimas» para os voluntários que prestam serviço nos bombeiros.
«É necessário um quadro mínimo mais ou menos fixo. Pensamos que as alterações ao estatuto social do bombeiro é uma questão fundamental, por exemplo em relação a uma definição desse quadro permanente para salvaguarda dos direitos de bombeiros, que não sendo profissionais, têm que ter um estatuto muito específico», argumentou.
Lusa / SOL

terça-feira, 7 de abril de 2009

A outra face rural de Lisboa.




50 hectares de hortas em Lisboa daqui a 3 anos
A horticultura em plena cidade continua a ocupar centenas de reformados e começa a interessar a cada vez mais jovens de Lisboa. A Câmara Municipal prepara-se para avançar com um projecto de valorização das hortas no município: espera-se 50 hectares de hortas cuidadas, com caminhos, àgua e mobiliário próprio, nos próximos 3 anos, e a criação de pequenos mercados para comercialização dos produtos locais.

Sapo noticias


Aqui está uma solução para a crise económica; o "voltar" às hortas, acho uma solução ambiental e socialmente aceitavel, para que seja viável esta solução é preciso afectar uma porção de terra arável , para que a especulação imobiliária no seu apetite voraz, não tome esses terrenos, e seria uma solução para quem estiver na disposição de voltar às culturas de subsistência e quem sabe uma solução para o desemprego galopante.

sábado, 4 de abril de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Reabilitação urbana de Lisboa pela CML.



Para reabilitação urbana Lisboa quer pedir 120 milhões
A Câmara de Lisboa pretende aprovar na próxima semana um pedido de empréstimo de 120 milhões de euros para reabilitação urbana, num projecto que vai abranger 585 edifícios, num total de 4.340 fogos.
O empréstimo foi discutido ontem à noite, na Reunião Pública Descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que teve como ponto único a audição de munícipes.
No final da reunião, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, explicou que o empréstimo está a ser negociado há mais de um ano, através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IRU), e será em parte concedido pelo Banco Europeu de Investimento.
'O empréstimo é de um montante de 60 milhões de euros e tem de ter depois um outro empréstimo de uma contrapartida nacional, que será contratado directamente pela Câmara com a banca'.
O arquitecto salientou que o empréstimo tem 'a particularidade importante' de não se reflectir no endividamento municipal. 'É, portanto, uma área onde a CML pode fazer investimento sem que isso ponha em causa a sua capacidade de crédito', sustentou o vereador, acrescentando que o parque urbano dos bairros históricos está num 'estado caótico'.
Manuel Salgado adiantou que o empréstimo se destina essencialmente à habitação, mas também espaços públicos e equipamentos. 'A habitação representa 47 milhões de euros, a reabilitação de edifícios e equipamentos 37 milhões e a reabilitação de espaços comuns, infra-estruturas e arranjos exteriores outros 35 milhões', especificou.

CM
Vamos ver qual vai ser a posição do PSD/Lisboa; como é habitual, na sua estratégia do "bota a baixo" não tenho grandes esperanças de ser aprovada esta proposta em sede de Assembleia Municipal.

Esta Lisboa que eu amo.











sexta-feira, 27 de março de 2009

PSL precisa de um GPS urgentemente.


A Candidatura de Pedro Santana Lopes a Lisboa mostra claras semelhanças com a estratégia nacional de Manuela Ferreira.
Relembremos os momentos em que a Doutora se remeteu a um longo e estratégico silêncio para depois vir a terreiro quebrar esse mesmo silêncio com argolada atrás de argolada.
Depois de meses de silêncio Pedro Santana Lopes lançou os seus sites. Após uma breve vista de olhos percebi que o Doutor e os Doutores assessores desconhecem que a Praça de Touros do Campo Pequeno não se situa na Freguesia de S. João de Deus, mas antes na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima. É um "pormaior" que quem esteve anos à frente da Câmara Municipal de Lisboa não deveria desconhecer. Mais, depois de tamanho silêncio prometendo que decorria a preparação da melhor campanha jamais vista em Lisboa, não deixa de ser um tremenda desilusão. Assim só chega a Presidente da Câmara de Lisboa suspendendo a democracia.
É caso para dizer... "Salva os Touros dos toureiros"!
Cortesia do blog: delito de opinião
Sem comentários...

quinta-feira, 12 de março de 2009

Dr. PSL será preciso avivar-lhe a memória.

Falta de memória
Face às contas da Câmara de Lisboa de 2004 - em que Santana desgovernou Lisbou em mais de meio ano, antes de ter dado o salto para a inesquecível desgovernação do País -, que o Tribunal de Contas chumba, o ex-edil alfacinha diz:

O ex-presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes rejeitou esta quarta-feira responsabilidades nas contas do Município em 2004, chumbadas pelo Tribunal de Contas, lembrando que o documento foi elaborado durante a presidência de Carmona Rodrigues.

Mas sobre 2002 e 2003, que Santana cumpriu integralmente o mandato nos Paços do Concelho, e o Tribunal de Contas também diz:

O Tribunal de Contas chumbou as contas dos dois primeiros anos do mandato de Santana Lopes na Câmara de Lisboa (2002 e 2003) por irregularidades ligadas à falta de informação sobre a realidade financeira e patrimonial da autarquia, refere a Lusa.

Quanto a isto não há uma única palavra.
É bom não esquecer o que Lisboa não mais pode repetir, sob pena de voltar para trás.
Com a cortesia do blog Camara dos Comuns
Caro dr.PSL é muito feio acusar adversários políticos das burrices que praticamos, e ainda por cima lesou a CML em muitos milhares de euros.

Psl já criou o blog da choraminguisse.



O blog da candidatura de PSL é : lisboacomsentido.blogspot.com

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Alguém tem Dúvidas ?











Alguém tem dúvidas que o CDS se vai coligar com o PSD para as autarquicas de Lisboa, só estão à espera dos resultados das legislativas e das europeias para "cavalgar na onda", com estes dois mestres demagogos, ficava muito bem servida? Aliás com já se comprovou.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A Demagogia do PSD.

Lisboa: Distrital do PSD recomenda viabilização do orçamento municipal.

A distrital de Lisboa do PSD recomendou aos deputados municipais que viabilizem terça-feira, abstendo-se, o orçamento da Câmara da capital para 2009, disse à Lusa o líder daquela estrutura social-democrata, Carlos Carreiras.
"O doutor António Costa o que mais queria era que o PSD lhe chumbasse o orçamento para se poder desculpar das suas incapacidades e incompetências", defendeu o presidente da distrital social-democrata.
O orçamento da autarquia lisboeta para 2009, de 643 milhões de euros, foi aprovado em reunião do executivo municipal em Dezembro com o voto contra dos vereadores sociais-democratas, o que indiciou um possível chumbo na Assembleia Municipal, onde o PSD está em maioria absoluta.
Carlos Carreiras revelou que a distrital elaborou uma recomendação à bancada do PSD na Assembleia Municipal para que os deputados se abstenham e reafirmem as críticas ao orçamento que o dirigente social-democrata considera "tecnicamente errado", "demagógico e eleitoralista", que "agravará a situação económico-financeira da cidade".
Contactado pela Lusa, o líder da bancada do PSD, Saldanha Serra, escusou-se a avançar o sentido de voto dos deputados, alegando que o grupo municipal ainda vai reunir-se antes do plenário da Assembleia para concertar uma posição final.
O líder da distrital contesta o orçamento, que, defende, assenta num "aumento brutal de receitas", nomeadamente Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e Imposto Municipal sobre Transacções (IMT), bem como da participação em empresas municipais.
Carlos Carreiras sublinhou igualmente que o orçamento "aumenta as despesas", embora, refira, apenas 30 por cento seja um aumento de despesas de investimento e os restantes 70 por cento sejam despesas correntes.
"Vão cumprir as despesas porque é um ano eleitoral, o que vai agravar a situação financeira da Câmara", afirmou, considerando que desde que o actual executivo tomou posse "a situação financeira está pior ou igual".
Carlos Carreiras contesta os números do pagamento da dívida da autarquia que foram divulgados pelo presidente da Câmara, segundo os quais a autarquia já tinha pago 180 milhões de euros de dívidas.
"Esses 180 milhões são contratos de `factoring` com grandes credores, muito mais caros que um contrato de funcionamento. O doutor António Costa diz que já pagou 180 milhões de euros de dívidas, mas não pagou nada", argumentou.
O líder da distrital insistiu que a situação financeira do município "não decorre da gestão PSD, o PSD já a recebeu e minorou-a".
Durante o mandato de Pedro Santana Lopes, candidato social-democrata às eleições autárquicas, os partidos de esquerda na Assembleia Municipal chumbaram um orçamento, vendo-se o então presidente de Câmara obrigado a governar com duodécimos.
Lusa
Primeiro. o PSD ameaçou a inviblização do orçamento camarário, agora deu uma de trezentos e sessenta graus.Só demontra a demagogia que reina por ali. Até aposto que esta mudança de posição já tem a mão de Pedro Santana Lopes, o demagogo-mor da politica nacional.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Aqui Está Uma Notícia Para Vender Jornais


Lisboa: Eleitos do PS reúnem-se a 5 de Janeiro para delinear estratégia
Costa prepara equipa para 2009


Dia de Reis (5 de Janeiro) será o de todas as decisões na Câmara de Lisboa (CML). António Costa convocou todos os vereadores socialistas e respectivos adjuntos para uma reunião no Palácio da Mitra. O presidente da CML pretende delinear a estratégia a seguir num ano em que o actual executivo camarário, sujeito a alguns ajustes, enfrenta eleições autárquicas.
Fonte do gabinete de António Costa desvalorizou o encontro da maioria socialista. "Todas as segundas-feiras os vereadores do PS se reúnem para preparar a semana, esta reunião poderá ser mais longa porque se inicia um novo ano, mas não há nada de mais", disse ao CM. Sobre o facto de nos pontos da agenda constar a estratégia a adoptar pelo Executivo num ano em que têm lugar eleições autárquicas, a fonte afirmou que "o executivo camarário trata da actividade da Câmara e não das autárquicas".
Para defrontar a corrida a Lisboa com o candidato do PSD, Santana Lopes, o CM sabe que António Costa vai fazer alguns ajustes na equipa eleita em 2007, com a certeza de que o vereador Cardoso da Silva, que tutela a pasta das Finanças, ficará de fora. O responsável já admitiu ao CM que uma recandidatura não faz parte das suas intenções. No que se refere a Rosália Vargas, responsável pela Cultura, as dúvidas persistem. Apesar de ser dada como vereadora fora do baralho, a própria alimenta a confusão. "Há muita coisa que se diz sem fundamento", disse ao CM. "Mas ainda é cedo para falar seja do que for", acrescentou logo de seguida.
SANTANA MANTÉM SILÊNCIO
Pedro Santana Lopes recusa levantar o véu em relação às iniciativas que reserva para o início do novo ano no âmbito da candidatura a Lisboa nas autárquicas de 2009 pelo PSD. "Tenho coisas pensadas mas ainda não quero falar", repetiu o candidato ao CM.
De momento, Santana Lopes apenas se pronuncia para desmentir as notícias que indicam que terá convidado o publicitário brasileiro Duda Mendonça para ser responsável pela campanha a Lisboa, e outras que referem que o ex-primeiro-ministro já terá entrado em contacto com agências de comunicação para esse efeito."Ainda não entrei nessa área. Tenho algumas ideias em relação a essa matéria, mas ainda não fiz quaisquer contactos, nem tomei qualquer decisão. Essas notícias não têm fundamento", garantiu

CM