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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Assim se ensina educação sexual.



SE NAS ESCOLAS PASSASSEM ESTE VIDEO, TALVEZ OS ALUNOS APRENDESSEM A DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO SEXUAL (IMPREDÍVEL) .

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

As Fintas dos Professores.

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, reúne-se esta tarde com 139
Presidentes de Conselhos Executivos, que na passada semana aprovaram um manifesto para a suspensão do modelo de avaliação de desempenho.
A presidente do Conselho Executivo da Escola Infanta Dona Maria em Coimbra, Maria do Rosário Gama, vai estar presente no encontro.
Em declrações à TSF, a responsável pela escola de Coimbra disse esperar que a ministra demonstre alguma abertura, como mostrou para se reunir com estes professores.
«Nós ficámos agradavelmente surpreendidos pela senhora ministra nos responder tão rapidamente. Agora vamos ver se nos propõe alguma solução para depois falarmos em conjunto com os outros presidentes, para saber o que vamos fazer», adiantou Maria do Rosário Gama.
A responsável referiu ainda que «para já, vamos implementar o modelo e esperamos pela parte do Ministério [da Educação] uma resposta adequada às nossas preocupações», concluiu.
Se a resposta da ministra não agradar, estes presidentes dos Conselhos Executivos de várias escolas do país voltam a reunir-se em Fevereiro e admitem apresentar a sua demissão.


Por aqui se vê que os professores não querem ser avaliados, esta entrega de abaixo asinado , não passa disso mesmo, isto mostra que os professores nunca quiseram serem avaliados, como todos os outros trabalhadores portugueses, (sabe tão bem subir automáticamente só por obrigação da lei)e só mostra à opinião pública, que os professores não estão minímamente em interessados em mudar o sistema.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

A Grande Farsa.

Setenta mil assinaturas contra avaliação dos professores

A Plataforma Sindical de Professores deixou esta segunda-feira no Ministério da Educação um abaixo-assinado exigindo a suspensão da avaliação de desempenho e a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD). Foram várias as pastas levadas até à 5 de Outubro, contendo cerca de 70 mil assinaturas, recorde que cobre metade da classe docente mas que o Governo já veio pôr em causa.
Antes dos dossiers levados esta segunda-feira até à ministra da Educação, o maior abaixo-assinado de professores datava de há dois anos, em Novembro de 2006, quando 60 mil professores rubricaram no papel a sua insatisfação para com o Estatuto da Carreira Docente. É neste sentido que Mário Nogueira, porta-voz da Plataforma, considera estas "quase 70 mil assinaturas em apenas uma semana" ilustrativas da "disposição dos professores em relação à suspensão da avaliação de desempenho e a revisão do Estatuto da Carreira Docente". "Os professores portaram-se valentemente e têm dado lições muito grandes a este Ministério da Educação e a este Governo", afirmou aquele dirigente, lamentando que "ao contrário do Governo, os professores estão preocupados com a educação, o ensino e as escolas". Mário Nogueira não escondeu a sua decepção por a ministra Maria de Lurdes Rodrigues ter recebido "há dias" 13 professores com 1.500 assinaturas a favor da avaliação, não tendo esta tarde disponibilidade para receber 70 mil assinaturas contra o mesmo modelo. Jorge Pedreira diz que abaixo-assinado "vale o que vale" Numa reacção à entrega das assinaturas, o Ministério da Educação desvalorizou o número anunciado pela Plataforma Sindical, colocando em dúvida a legitimidade dos nomes que compõem o documento. "Este baixo-assinado vale o que vale", atirou o secretário de Estado Jorge Pedreira, explicando que "as circunstâncias em que foi recolhido permitiram que qualquer pessoa sem nenhuma identificação o preenchesse e enviasse aos sindicatos". Mário Nogueira já questionou a reacção do Ministério da Educação, acusando o Governo de "entrar em estado de choque" de cada vez que se realiza "a maior manifestação" ou sempre que o sindicato consegue o "maior abaixo-assinado". Mário Nogueira lamenta "farsa do Ministério" Aos jornalistas, Mário Nogueira comentou ainda a posição do Ministério da Educação em relação à revisão do Estatuto da Carreira Docente para recusar uma negociação "para entreter" e apelando à tutela para que abandone "o comportamento da encenação, do teatro e da farsa". "Exigimos uma revisão orientada para acabar com a divisão da carreira em duas categorias e substituir este modelo de avaliação, tendo por objectivo acabar com as quotas para a atribuição das classificações mais elevadas", concluiu. Simplificação do modelo de avaliação de desempenho dos professores Perante a contestação dos professores, o Ministério da Educação acabou por proceder à simplificação do modelo de avaliação.

rtp