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sábado, 26 de setembro de 2009

Gostava de ver o desporto assim.


Vejam lá, esta fotografia data de 31/03/07, isto era no tempo em que o Benfica e o F.C.Porto (nota-se algum cínismo no aperto de mão, já na altura) se davam bem ?
Gostava sinceramente e, desta vez sem cínismos, este jesto fosse real e, se repeti-se, sem guerras absurdas norte/sul a bem do desporto português, Portugal é tão pequenino meus senhores.
Bem, agora vou-me preparar para ver o meu Benfica, fazer mais uma exibição de sonho (espero bem que sim).

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Quando Pinto da Costa era do Benfica.

Aqui está Pinto da Costa à porta das cabines do antigo Estádio do Glorioso com uma bandeira do Maior, não pode nega-lo. Claro que aqui ainda não havia "café com leite"; árbitros a beber um bagaço em casa dele na véspera dos jogos; apitos dourados etc... isto já vai muitos...muitos anos.

Foi um bom resultado em Manchester United


Os erros defensivos do Manchester United são a nota mais dominante nas crónicas de hoje da imprensa inglesa sobre o empate (2-2) com o FC Porto. Mas sobra ainda espaço para críticas a Ronaldo, que não é poupado, especialmente pelo “Telegraph”, que o cataloga como um “chef célebre demasiado importante” para limpar a confusão que criou. Ao FC Porto são feitos alguns elogios.O “Independent” é o mais eufórico na análise à formação portuguesa, considerando-a tão impressionante como a equipa de José Mourinho que em 2004 venceu a Liga dos Campeões.Outro grande elogio à equipa de Jesualdo Ferreira vem de Espanha, onde o site da "Marca" diz que o FC Porto apresentou a sua candidatura à vitória na Liga dos Campeões.Tranversal a quase todos os jornais é a referência ao facto de nunca uma equipa inglesa ter vencido em casa do FC Porto, uma nota de receio e um argumento para sublinhar a dificuldade da tarefa que o United tem pela frente na tentativa de renovar o título na Liga dos Campeões.Guardian: FC Porto “mais enérgico e superior”“Alex Ferguson lamenta a fragilidade defensiva do United”. É este o título de destaque do site do "Guardian", que na crónica sobre o jogo de ontem refere que o Manchester ficou na “zona perigosa” e que atravessa um “período crítico” da temporada. Kevin McCarra sublinha que nenhuma equipa inglesa ganhou no estádio do FC Porto, sentenciando que o empate de ontem fez “pouca justiça aos visitantes, que foram mais incisivos, mais enérgicos e superiores em todos os aspectos”. McCarra conclui, por isso, que o United “deu a impressão de ser dono do seu destino, mas repentinamente são ‘underdogs’ (a equipa com menos possibilidades) à espera de ter sorte na próxima quarta-feira.Times: “United toma do seu próprio remédio” As fraquezas defensivas do Manchester são o destaque do “Times”, que considera que a tarefa imediata de Alex Ferguson é “revigorar uma equipa que subitamente tem pouca energia e, surpreendentemente, pouca confiança”. O jornal sublinha os dez golos sofridos nos últimos quatro jogos, mas também dá crédito ao FC Porto. Tal como outros jornais, o "Times" destaca que a equipa portuguesa nunca perdeu em casa com formações britânicas. Oliver Kay, o autor da crónica, deixa ainda o elogio para o “excelente” Lucho González. O título lembra que o Manchester, depois de ter ganho ao Aston Villa com um golo no último minuto, viu agora as fraquezas na defesa darem-lhe uma dose do próprio remédio.Telegraph: Ronaldo, a celebridade demasiado importante“Tal era a confusão reinante na defesa e meio-campo do United que as mentes se viraram para os amigos ausentes”. Assim começa a descrição do "Telegraph" sobre o empate do Manchester com o FC Porto, recordando as ausências do central Rio Ferdinand e do médio Owen Hargreaves. Henry Winter não deixou passar em claro o primeiro golo do FC Porto, cuja jogada se iniciou com uma perda de bola de Cristiano Ronaldo. E o português é severamente criticado: “Mais uma vez, Ronaldo falhou na rectificação de um erro, preferindo ficar, com as mãos nas ancas, como um ‘chef’ célebre demasiado importante para limpar a confusão criada por si.”Independent: FC Porto tão impressionante como em 2004 Críticas à defesa do United, dúvidas sobre a capacidade do Manchester ganhar no Dragão e elogios ao FC Porto, talvez os mais fortes que hoje se publicaram na imprensa inglesa. O “Independent” recorda o empate (1-1) em 2004 que lançou José Mourinho para a conquista da Liga dos Campeões pelo FC Porto e os festejos do então técnico portista em Old Trafford: “Jesualdo Ferreira é demasiado velho para correr junto à linha num fato elegante mas construiu uma equipa tão impressionante como a que ganhou a Liga dos Campeões em 2004.”Sam Wallace, o autor do texto, elogia ainda Lucho González (abriu buracos no United) e a Hulk: “Não foi assim tão incrível, mas foi eficiente.BBC: "Empate bem merecidoO site da televisão britânico dá relevo às críticas de Alex Ferguson à defeadeptos portistas.Daily Mail: "Cansaço do Manchester"Para este jornal, o United mostrou cansaço físico e psicológico frente ao FC Porto e ficou numa posição precária na eliminatória. Ainda assim, o “Daily Mail” defende que o United é “capaz de recuperar a qualquer momento”: “Tem qualidade, experiência e jogadores como Wayne Rooney. Já para não falar do melhor treinador do mundo”.Sun: “Dragão de boca aberta para queimar esperanças do UnitedAlém de destacar as declarações de Ferguson, admitindo ter sido um erro ter jogado no domingo passado, o tablóide “Sun” escreve que o resultado de ontem deixa o “Dragão de boca aberta para queimar as esperanças do United na Liga dos Campeões”. Shaun Curtis escreve mesmo que o Manchester “teve sorte em empatar, apesar de ter sido o Porto a marcar no último minuto.”Marca: “Mariano e o dom da oportunidadeO site desportivo espanhol “Marca” escreve que o FC Porto “apresentou a sua candidatura a esta Champions com um jogo para recordar em Old Trafford”. Colocando como título “Mariano, o dom da oportunidade”, Jaime Rincón diz que o empate foi merecido, já que o FC Porto “deu um recital” em Manchester, sendo premiado com o empate a um minuto do fim.Gazzeta dello Sport: “FC Porto indigesto para UnitedO site do jornal desportivo italiano elogia a equipa do FC Porto, especialmente o ataque, em que destaca “Hulk e companhia”. A “Gazzetta” adianta que o Manchester terá de fazer um jogo “estratosférico” no Dragão se quiser seguir para as meias-finais. E avisa que o a defesa do FC Porto é o sector “menos convincente” da equipa de Jesualdo Ferreira.
Foi realmente um excelente resultado do FCP porque acima de todo sou português, carago !!!!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Última Hora


ÚLTIMA HORA

Carlos Queiroz vai pedir a demissão de seleccionador nacional, devido aos maus resultados, da selecção principal, Carlos Queiroz já não vai orientar hoje a selecção sub-21 a realizar hoje em Torres Vedras, a equipa vai ser orientada pelo o seu ex- adjunto na selecção nacional, Agostinho Caçador.
Lusa

Portugal ganhou à África do Sul e marcou dois golos.


Portugal-África do Sul, 2-0

Carlos Queiroz já pode fazer a barba. A selecção portuguesa fez dois golos, colocou um ponto final na alergia à baliza, mas o ensaio de pouco mais serviu. A vitória frente à África do Sul (2-0) foi conseguida sem grande suor, e com um ritmo de jogo ao nível do que se esperava para este encontro particular.
Para além do regresso aos golos, Queiroz só terá mais um motivo para estar satisfeito. Três motivos, melhor dizendo. Nélson, Gonçalo Brandão e Edinho fizeram a estreia com as quinas ao peito e saíram-se bem, ainda que sem deslumbrar (o que seria difícil, dada a intensidade do encontro).
Para o fraco ritmo do jogo muito contribuiu o facto de Portugal ter chegado ao golo muito cedo. Bruno Alves marcou logo aos quatro minutos, ao terceiro canto consecutivo. Logo aí se percebeu que a oposição ia ser frágil, sobretudo ao nível das bolas paradas. Foi dessa forma que a equipa lusa chegou ao segundo golo, já na segunda parte. Twala marcou na própria baliza, pressionado por Edinho, na sequência de mais um pontapé de canto (56m).
Entre um golo e o outro, pouco ou nada se passou. Portugal controlou sempre o jogo da forma que quis, e sem acelerar muito. Oportunidades de golo foram escassas, e do outro lado Eduardo foi mero espectador. Um remate de Parker foi o único momento de algum incómodo.
Logo a seguir ao segundo golo Queiroz lançou Ronaldo e Simão, para além de Meireles e depois Moutinho, mas o jogo não melhorou. Bem pelo contrário. Com dois golos marcados, a equipa das quinas limitou-se a esperar pelo apito final. Sem grandes ilações a tirar, resta a Queiroz espera que a equipa tenha mesmo quebrado o jejum de golos, de forma a conseguir uma vitória na Albânia, em Junho.

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