Se bem que goste, vá lá, um bocadinho da Primavera, quem me tira os dias de frio (não de chuva) de Inverno tira-me todo, resta-me a consolação de para o ano vai haver mais.Meu uivo é o lamento da escuridão É o som da tristeza que corta a noite Mas não é só dor A razão do meu canto Esperança ainda guardo Pois se meu uivo alcança o céu É teu o nome que eu chamo.
domingo, 20 de março de 2011
Olá Primavera, adeus general Inverno.
Se bem que goste, vá lá, um bocadinho da Primavera, quem me tira os dias de frio (não de chuva) de Inverno tira-me todo, resta-me a consolação de para o ano vai haver mais.sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Hoje é uma noite muito especial.
É uma noite de alegria, onde podemos ver a Luz nos nossos corações.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Um Bom Natal a todas (os) os meus amigas (os)
Um Santo Natal, são os meus desejos.
Nota: Cuidado com os abusos, não comam e bebam demasiado, deixem um pouco para o dia de Natal.
Etiquetas:
Desejos de Natal.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
Já começou a loucura consumista.
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Quentinhas e boas .
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Aos domingos.

Aos domingos as ruas estão desertas
e parecem mais largas.
Ausentaram-se os homens à procura
de outros novos cansaços que os descansem.
Seu livre arbítrio algremente os força
a fazerem o mesmo que fizeram
os outros que foram fazer o que eles fazem.
E assim as ruas ficaram mais largas,
o ar mais limpo, o sol mais descoberto.
Ficaram os bêbados com mais espaço para trocarem as pernas
e espetarem o ventre e alargarem os braços
no amplexo de amor que só eles conhecem.
O olhar aberto às largas perspectivas
difunde-se e trespassa
os sucessivos, transparentes planos.
Um cão vadio sem pressas e sem medos
fareja o contentor tombado no passeio.
É domingo.
E aos domingos as árvores crescem na cidade,
e os pássaros, julgando-se no campo, desfazem-se a cantar empoleirados nelas.
Tudo volta ao princípio.
E ao princípio o lixo do contentor cheira ao estrume das vacas
e o asfalto da rua corre sem sobressaltos por entre as pedras
levando consigo a imagem das flores amarelas do tojo,
enquanto o transeunte,
no deslumbramento do encontro inesperado,
eleva a mão e acena
para o passeio fronteiro onde não vai ninguém.
António Gedeão, Novos Poemas Póstumos, 1990(in Poesia Completa, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 2a. Ed., 1997, p. 188).
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