terça-feira, 29 de dezembro de 2009

As Palavras Sábias de um Velho Lobo.


Um Grande Chefe Índio Cherokee sentou-se uma noite, com os seus netos, à volta de uma grande fogueira, para lhes falar sobre a vida.Ele disse-lhes:
- Meus netos, dentro de mim está ser travada uma feroz batalha entre dois lobos. Um deles representa a inveja, o ódio, a mágoa, o ressentimento, a dor e o sofrimento, a vingança, a infelicidade e a solidão. O outro lobo bate-se pelo amor, pela amizade, pelo reconhecimento, pela gratidão, pela felicidade, pela paz de espírito e pela compreensão.
Ao ver que os seus netos o acompanhavam com atenção, ele continuou:
- Esta batalha acontece todos os dias e não só dentro de mim, mas dentro de todas as pessoas no mundo!Um dos seus netos perguntou-lhe:
- Avô, e qual dos lobos vai ganhar?
O velho índio sorriu e respondeu:
- Vai ganhar o lobo que tu escolheres alimentar...
Artigo públicado no blog e com a cortesia do Paulo Lontro do blog :
Lontrices.
Lembrem-se sempre destas palavras sábias de um VELHO LOBO.

5 comentários:

  1. olá, agora tens música no blogue para dar ao pessoal, hã?!
    tu não tens mail? (só para saber, porque não vi em lado nenhum do teu canto).
    se continuares a ir-me visitar, ainda me vais ouvir a choramingar por lá, é o meu canto, e são os meus feelings, e é normal, não te preocupes!!! se não gostares, não leias, não estou chateada, já! mas estive, um cadinho, fiquei tristinha, mais ainda, quando vi o teu comentário, mas já passou. :)

    kiss

    p.s: para quando as fotos de New York?

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  2. Se havia alguém sábio eram os velhos índios!
    Este não é excepção.
    Mas a verdade é que nós, seres humanos, temos uma enorme tendência para aceitar com uma complacência notável o sofrimento, as coisas más que nos acontecem, a infelicidade, e, quando nos acontece precisamente o contrário, ficamos hesitantes, com dúvidas, com medo. De tal modo que nem desfrutamos destas coisas, que afinal, são felicidade. (e depois passamos a vida a perguntar onde é que ela anda!)
    Colhemos o que semeamos, não é? Colhemos o que alimentamos. Eu continuo a querer alimentar o segundo lobo. Aliás, por mim, o primeiro morria de magro!
    Beijinhos

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  3. Nunca é excessivo ler e pensar nesta história. Que bom que seria se todos parassem para meditar e escolhessem o lobo com responsabilidade, fosse ele qual fosse... todos saberiam com que contar.
    Abracinho

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  4. muito podemos aprender com o velho lobo.

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  5. Cara Pinkk comprendo-te perfeitamente.

    Nirvana, a sabedoria índia, é lendária, a aculturação da cultura americana abafou literal a cultura e a história riquíssima do povo índio.

    Teresa, a sabedoria de um povo não morre.

    Ana M. apreender sempre com as culturas mais antigas do que a nossa ocidental e portuguesa, é sinal de inteligência.

    Beijos e abraços a todas as minhas amigas.

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