Meu uivo é o lamento da escuridão
É o som da tristeza que corta a noite
Mas não é só dor
A razão do meu canto
Esperança ainda guardo
Pois se meu uivo alcança o céu
É teu o nome que eu chamo.
Chegar completamente "exaurida" ao hotel, depois de quase uma semana em trabalho, fora do habitat natural e ouvir este som, que só é o poema que mais me toca, nesta interpetação perfeita, é quase como atingir o "paraiso". Não tenho palavras para descrever o prazer que me proporcionou.
Ainda bem que te agradou Teresa, e se ajudei a descontrair ainda mais contente fico, porque é para isso que tenho o blog e, me esforço todos os dias para agradar cada vez mais ao meus leitores.
Não têm que "obrigadar" nada, aceita um beijo meu.
Olá Ergela!
ResponderEliminarChegar completamente "exaurida" ao hotel, depois de quase uma semana em trabalho, fora do habitat natural e ouvir este som, que só é o poema que mais me toca, nesta interpetação perfeita, é quase como atingir o "paraiso".
Não tenho palavras para descrever o prazer que me proporcionou.
Obrigado
Bjs
Teresa
Ainda bem que te agradou Teresa, e se ajudei a descontrair ainda mais contente fico, porque é para isso que tenho o blog e, me esforço todos os dias para agradar cada vez mais ao meus leitores.
ResponderEliminarNão têm que "obrigadar" nada, aceita um beijo meu.